Confira a participação da Pier no Scale-Up Summit 2019

Trazer mais leveza para a vida das pessoas e fazer com que elas se sintam parte de uma grande comunidade onde vale a pena ser honesto: esse é o propósito da Pier, que faz parte de um universo que abrange negócios insurgentes, aqueles que no lugar de apenas expandirem modelos que já existem, realizam rupturas e recriam novas possibilidades de acordo com as demandas. 

Na última semana, nosso co-fundador Lucas Prado (mais conhecido como Lucão aqui entre a gente) participou do Scale-Up Summit 2019, organizado pela Endeavour, e dividiu um painel com Marcelo Abritta, fundador da Buser, e João Costa, cofundador da Kovi. Em comum, as empresas compartilharam a necessidade de observar tendências mais rapidamente, lidar com regulações e até eventuais processos,  e desenvolver novas capacidades e criação de cultura para a ampliação de seus negócios. 

“ Não somos contra a indústria, seguros nasceram para ajudar a pessoas. Porém, somos a favor do consumidor. Onde houver um consumidor mal atendido, vamos buscar trazer um seguro que realmente o ajude”, contou Lucas. “Nosso foco sempre foi criar uma experiência diferenciada, um produto mais adequado à demanda, e resgatar valores importantes nos dias de hoje, como a confiança carinho e honestidade”. 

Foco é sempre no cliente (ou nos membros, como a gente diz!)

Lucas Prado (Lucão), co-fundador da Pier, e Marcelo Abritta, fundador da Buser

A Pier nasceu procurando fazer diferente de todo o mercado segurador, e a decisão de oferecer cobertura para furto simples (que ninguém tem) já mostra um pouco deste propósito. Além disso, temos foco total nas necessidades de quem opta por se tornar nosso membro, possibilitando contratação rápida pelo aplicativo, contratação do seguro do smartphone por apenas um mês, aceitação de aparelhos usados e sem nota fiscal, e cancelamento também rápido através do app. 

“Estamos desafiando o mercado trazendo algo diferente e voltado totalmente às necessidades de quem adquire o nosso produto. Na Pier, primeiro vem o cliente (ou membro, como a gente diz!), e não o lucro a qualquer custo”, conta ele. “É por isso que a nossa base é o conceito de comunidade. Nossa origem vem da natureza comunitária das antigas seguradoras, tanto é que ganhamos uma taxa fixa, diferente do restante do mercado”, conclui.

Resolvendo dores já existentes

Negócios insurgentes como a Pier procuram oferecer disrupção para resolver dores já existentes. Confira um pouco do que disseram os participantes da Scale Up Summit 2019.

Pier – É o seguro que funciona quando você precisa. A empresa foi iniciada olhando um contexto de relação desgastada entre seguradoras e segurados. Sempre houve muita fraude e o mercado sempre foi muito burocrático. Além disso, a cadeia é pouco verticalizada e depende das corretoras, dificultando ainda mais uma relação direta entre seguradoras e clientes.

“As pessoas têm medo de contratar e não serem atendidas. Nós quisemos  oferecer um seguro no qual fosse possível confiar. Para isso, nos baseamos em 3 grandes pilares: 1) alinhar o interesses das duas partes cobrando uma taxa fixa sobre o seguro. Ou seja, nosso faturamento vem daí; 2) verticalizar a experiência ao cuidar desde a construção do produto até a distribuição do seguro; e 3) nos basear na natureza comunitária das primeiras seguradoras. Para aceitar alguém, correspondemos o perfil digital da pessoa e o perfil digital da comunidade”, explica nosso co-fundador Lucas Prado. 

Buser – Busca resolver a falta de alternativas que as pessoas têm ao viajar de uma cidade para a outra. “O preço sobe descontroladamente devido à falta de opções”, explica o fundador Marcelo Abritta. “A empresa inverte a lógica de contratação. No lugar das pessoas chegarem e comprarem a passagem, elas vão encontrar outras pessoas dentro da Buser que querem fazer a mesma viagem. A partir daí alugam o  ônibus num esquema de compra coletiva, que vai sair metade do preço”. 

Kovi – Surgiu da ideia de melhorar a vida do motorista de aplicativo de transporte. “O motorista trabalha 12 horas por dia, 6 dias por semana, e tem um custo alto para trabalhar. A Kovi foi criada para proporcionar acesso fácil ao carro, já que cerca de 40% dos motoristas não têm acesso a ele para trabalhar porque é muito caro alugar, financiar”, conta o co-fundador João Costa. “Nosso modelo de cobrança é facilitado e na primeira semana já é possível trabalhar e conseguir dinheiro. Também não são usados métodos tradicionais de validação do motorista. Não vamos bloqueá-lo porque está devendo R$ 100 de luz”, conclui.

*Para assistir na íntegra o papo entre eles na Scale Summit 2019 basta clicar em: https://www.youtube.com/watch?v=R_JWcq0wB28 (a partir de 5:50:00)

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