Nossa designer foi destaque no UOL por promoção durante a licença-maternidade

A gente acredita que nenhum sonho precisa invalidar outro e essa regrinha de ouro serve também para o sonho da maternidade junto com o de ser uma profissional de alta performance. Por que as coisas precisam ser excludentes, não é mesmo?

Um dia desses, aqui na Pier, vivemos junto com a Michelli Buzogany, nossa designer de marca, a chegada do primeiro bebê na empresa e pudemos aprender muito com esse processo. A Chell, como chamamos a Michelli por aqui, contou alguns detalhes desse momento especial para o UOL. Confira:

Na contramão do Brasil: elas foram promovidas durante a licença-maternidade

por Ana Bardella

Quando descobriu que estava grávida, Michelli Buzogany Eboli, de 32 anos, sentiu receio de contar a novidade no trabalho: ela, que havia sido contratada para o cargo de designer há menos de três meses na Pier, empresa brasileira de seguros, não sabia qual seria a reação da chefia ao receber a notícia. “Até chorei no momento de falar com o RH”, conta. Seu medo de uma reação ruim, no entanto, não chegou a se concretizar. Pelo contrário: pouco tempo depois do nascimento da filha, recebeu uma ligação da empresa informando que estava sendo promovida.

Receio comum entre as mulheres

A tensão de Michelli ao saber da gravidez é justificável: dados de uma pesquisa divulgada pela FVG em 2018 mostram que, no Brasil, metade das mães perde o emprego até dois anos depois de voltar da licença-maternidade. A maior parte das demissões acontece sem justa causa e por iniciativa do empregador. Os relatos de mulheres que foram demitidas por se tornarem mães envolvem hostilidade por parte de supervisores e dos colegas de trabalho, além de inflexibilidade nas regras da empresa para suprir suas necessidades enquanto gestantes ou lactantes..

No caso de Michelli, a trajetória foi diferente: como ela foi a primeira funcionária da startup a engravidar, a notícia foi recebida com alegria pela equipe. “Durante a gestação, tive liberdade para comparecer as consultas médicas e realizar os exames. Substituindo o chá de bebê tradicional, meus colegas organizaram uma vaquinha”, relembra.

Leia a matéria completa no UOL.

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