Seguros: eles ajudam a preservar o que você tem de mais importante

Adquirir uma casa, um carro, um negócio ou um celular requer organização e planejamento financeiro. Muitas vezes leva-se um bom tempo para conquistar estes bens e é importante que, além da aquisição, a preservação deles também seja considerada.

Você já pensou que um seguro, se escolhido corretamente, pode ajudar bastante nesta parte?

No podcast que realizamos com os fundadores do Dinheirama aqui na Pier, o educador financeiro Conrado Navarro lembrou da importância dos seguros.

“Proteger bens e patrimônio é tão importante quanto conseguir adquiri-los. Muitas vezes você compra um aparelho de celular que é equivalente à sua renda total no mês ou à renda de dois meses de trabalho. O que acontece se você for roubado?’, questionou. 

Para começar, um pouco de história

Seguros são muito antigos, tão antigos quanto as civilizações. Há registro de trocas de mercadorias na China antiga, Império Romano e Babilônia e, com elas, também havia contratos bastante rudimentares que ajudavam a financiar o risco da potencial perda de mercadorias durante as viagens.

Quando navegações começaram a se tornar algo frequente, elas acabaram exigindo algumas formas de proteção mais sofisticadas. Portugal, dada a importância nas grandes navegações, também teve papel de destaque na área seguradora.

A história dos seguros no país e toda cronologia desde 1293, quando D. Dinis aprovou uma bolsa de seguros para os navios de comércio marítimo, podem ser conferidas na exposição permanente Memória dos Seguros, que fica em Lisboa, mas também traz uma série de informações online para quem quiser conferir.

Chapa de Seguros de Mercadorias e Bagagens, Companhia Europêa de Seguros e Chapas de Seguros de Automóvel, Diversas Companhias | Ítens da exposição Memória dos Seguros, em Lisboa.

O mercado segurador no Brasil

No Brasil, de acordo com a Susep, a atividade seguradora começou com a abertura dos portos ao comércio internacional, em 1808. A primeira sociedade de seguros a funcionar aqui foi a “Companhia de Seguros BOA-FÉ”.

Neste período, a atividade seguradora no Brasil ainda era regulada pelas leis portuguesas. Foi somente em 1850, com a promulgação do “Código Comercial Brasileiro” (Lei n° 556, de 25 de junho de 1850) que o seguro marítimo foi pela primeira vez estudado e regulado em todos os seus aspectos.

Ao longo da história muitos seguros surgiram

Se a história dos seguros começou por conta das negociações de mercadorias e se intensificou com as grandes navegações, ao longo dos séculos muita coisa mudou.

Atualmente no Brasil são mais de 95 áreas de seguros com subcategorias, sendo que os mais comuns são os seguros de vida e de bens.

Confira os tipos de seguro existentes de acordo com a Susep:

É preciso escolher direito

A gente sabe que apesar de seguros terem sido criados para ajudar as pessoas, normalmente as pessoas não têm uma boa relação com a indústria de seguros. Foi para fazer diferente que a Pier nasceu. É por isso também que começamos a ressaltar a importância dos seguros. Você só precisa escolher corretamente para poder contar com eles quando mais precisar. 

“Entender o que está comprando é o mesmo conceito que deveria ser aplicado nas compras do dia a dia. Muitas empresas apelam para a comodidade, fazem uma venda casada aparentemente inocente e no final tem as “letras miúdas” que a gente normalmente não vê, lembrou Conrado Navarro em nosso podcast. 

O perito judicial especializado em seguros Ricardo Cardoso lembra que em cada um dos tipos de seguro há uma infinidade de coberturas. “Avalie todas as cláusulas de contrato e saiba quais são as condições de cobertura para entender quais são os seus direitos e deveres como segurado. Desta forma, você evita embaraços na hora de receber a indenização”, recomenda.

3 pontos de atenção antes de escolher

Para não cair em armadilhas na hora de escolher um seguro é importante avaliar três pontos essenciais:

1. Verificar a integridade da seguradora, corretor ou intermediário do contrato: para isso vale checar a reputação em sites como o Reclame Aqui e conversar com pessoas que já utilizaram estes serviços.

2. Avaliar as condições da apólice para conhecer os seus direitos: ler as tais “letras miúdas” é fundamental. Cheque se elas estão de acordo com o que você precisa. Não adianta contratar um seguro que não vai te atender caso precise.

3. Ter em mente quais são os limites e as restrições do seguro: algumas condições impossibilitam o pagamento do seguro. É o caso de um seguro de automóvel que não cobre alagamento, por exemplo. Considere estas restrições ao contratar para não tomar um susto caso precise.

Na Pier, apostamos em honestidade e transparência

Aqui na Pier, preparamos um texto explicando de forma rápida e transparente 10 pontos importantes que você precisa saber antes de contratar o nosso seguro para celular. Leia o texto para saber mais, mas confira a seguir alguns itens importantes:

  • Cobrimos furto simples, que a maioria do mercado não cobre.
  • Não cobrimos queda e nem danos por líquidos.
  • Cobrimos aparelhos semi-novos, sem nota fiscal ou comprados no exterior.
  • Nossa cobertura, entretanto, é nacional, não vale para outros países, ok?
  • Costumamos reembolsar rapidamente: em mais de 80% dos casos, o reembolso é pago entre 3 e 5 dias. Há casos, porém, em que pode demorar até 30 dias por conta da necessidade de novas análises e documentação extra.

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