O Pier que não era membro da Pier e foi assaltado

Você já ouviu falar naquele ditado: “Casa de ferreiro, espeto de pau?” Pois é, dessa vez a gente resolveu contar uma história diferente. Todos os dias recebemos pedidos de reembolsos de membros que tiveram o celular roubado ou furtado e, felizmente, conseguimos reparar a situação (não o susto, infelizmente). 

Só que dessa vez aconteceu com um membro da equipe da Pier, o Thiago Gil, que ainda não era membro da comunidade, pois já tinha contratado um seguro um tempo antes de nos conhecer. O Gil foi assaltado na avenida Paulista enquanto tomava uma cerveja com outro amigo da Pier. Ele havia feito a contratação de um seguro na boca do caixa, exatamente na loja em que comprou um Iphone XR, e teve uma experiência que não recomenda.

Como a gente sempre alerta que não se deve comprar seguro na boca do caixa nem no carrinho de compras, achamos importante contar essa história exatamente hoje, que é Black Friday, para reforçar!

É nesses momentos que normalmente não se avalia o que realmente o seguro cobre. Além disso, quando você mais precisar, pode não estar coberto ou ter que gastar o que não contava em franquia.

Aqui na Pier a gente preza a rapidez na hora em que alguém pede reembolso. E faz o máximo para realmente oferecer reembolso super rápido do seguro para seu celular, mas o mercado em geral não é assim.

Confira o depoimento dele!

“A loja onde comprei o celular me “empurrou” um serviço de uma seguradora. Fui instruído de forma errada, a importância segurada era muito mais alta que o necessário, e isso impactou diretamente no valor da franquia.

Meu iPhone  XR foi avaliado em 5.000 reais. Paguei mais de 1.200 reais em seguro e tive que pagar 1.000 reais de franquia. Na hora da compra, me disseram que o reembolso seria sempre em dinheiro, mas na hora do claim descobri que poderia ser ressarcido com um aparelho igual, mas não havia prazo.

Acabei comprando outro celular porque não podia ficar sem. Ativei o seguro da Pier na hora, e fiquei no limbo aguardando o outro. Por sorte, eles não tinham o modelo em estoque e me ressarciram de forma integral.

Mas a incerteza, a falta de clareza e o atendimento hostil do atendente tornaram a experiência traumática. Se eu não conhecesse a Pier jamais contrataria um seguro assim de novo.

Foi em um momento de abalo emocional que recebi todo o suporte dos meus colegas de trabalho. Foram pequenos gestos, como portabilizar meu salário (pois não conseguia movimentar minha conta sem o token do celular) e até flores que recebi em casa. Esses gestos tornaram um dia ruim uma experiência gratificante para mim como pessoa e como profissional.

O meu conselho para quem está lendo é que não contrate seguro na boca do caixa. Nessa hora, você está imerso em algo que, em economia behaviorista, chamamos de desassociação cognitiva.

Você está com uma percepção de valor alterada e aufere mais valor ao bem do que ele de fato vale. Não se dá ao trabalho nem de ler as letras miúdas e só pensa em como amortizar a qualquer custo o valor financeiro do bem em caso de roubo ou furto. 

Por isso, tire todas as dúvidas antes de contratar, e tenha certeza que o mercado de seguros pode se tornar uma revolução e um senso de comunidade quando tecnologia e seres humanos incríveis estão por trás de tudo. Eu acredito nisso!”.

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