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Quando vale a pena acionar a indenização do seguro?

Disponível em situações onde o sinistro é coberto pela empresa, a indenização (ou reembolso) é quando o segurado recebe uma compensação, total ou parcial, pelos danos causados a um bem.

por Time Pier
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Segurês
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Atualmente, não é novidade para ninguém que o seguro é um serviço que ajuda – e muito – na segurança diária. Afinal, ele possui diversas coberturas que podem ser utilizadas sempre que você tiver algum problema.

Mas apesar de oferecer variadas assistências para situações que podem ocorrer, além de poder gerar um reembolso, você sabe dizer se acionar o seguro de carro, ou qualquer outra modalidade, é uma boa ideia, independente do que acontecer?

Embarque com a Pier Seguradora nesse texto para tirar as suas dúvidas sobre esse assunto e entender quando compensa fazer isso e os momentos em que você não deve acionar a empresa que você fechou contrato.

 

O que eu devo levar em consideração antes de acionar a seguradora?

No dia a dia, existem diversas situações adversas que podem acontecer e te causar uma enorme dor de cabeça; essas, inclusive, envolvem os mais variados graus de perigo. No universo dos seguros, esses acontecimentos são chamados de sinistros, uma situação em que o bem (também chamado de objeto segurado) sofre algum dano.

Em situações assim, dependendo da gravidade, existem diferentes formas em que uma empresa do ramo pode te ajudar. Mas para começar a ter uma ideia sobre quando é bom pedir a indenização do seguro, existem alguns pontos que devem ser levados em consideração e que vamos explicar agora.

E para ficar mais fácil de identificar, aqui nós estamos usando como base o seguro auto, que é um dos mais contratados em todo o Brasil, mas as dicas também podem ser aplicadas em outras modalidades. Dito isso, veja abaixo quais são os pontos de atenção:

 

Benefícios disponíveis na apólice

A primeira coisa que você precisa fazer antes de entrar em contato com a sua empresa é saber tudo o que está disponível na sua apólice.

Aqui, estamos falando principalmente sobre os serviços e benefícios, ou seja, as formas que a empresa pode te ajudar conforme o que acontecer e, principalmente, se há a possibilidade de receber o reembolso e qual é o montante total.

Isso é muito importante à medida que muda tudo quando falamos na possibilidade de acionar a empresa, já que não adianta tentar pedir auxílio para algo que você não possui no plano. Por outro lado, além de estar disponível dentro da apólice para consulta a qualquer momento, é possível descobrir isso durante o processo de cotação de seguro, antes mesmo de fechar o contrato, onde você confere tudo o que terá no serviço.

 

Prazo para que seja feito o pagamento

Para quem se pergunta quanto tempo leva para a seguradora pagar a indenização, conforme as normas da Susep, a indenização demora até 30 dias para ser feita após sinalizado o ocorrido, e esse período vale também para o conserto do veículo, se necessário. No entanto, dependendo da política da seguradora de veículos, é possível ser feito mais rapidamente.

Algo que você deve se atentar, a fim de que o processo não seja maior do que esse e para que você tenha a sua situação resolvida sem complicações, é fazer a entrega de todos os documentos solicitados.

Aqui estamos falando de ter um boletim de ocorrência sobre o ocorrido, RG e CPF, comprovante de residência, carteira de habilitação, prontuário médico (caso tenha sido necessário um atendimento médico), documento do carro segurado, documentos atualizados do veículo e uma cópia do documento de compra e venda do automóvel com firma reconhecida.

Tenha em mente que o processo começa a contar somente quando tudo é enviado para a seguradora, e é aí que entram os 30 dias.

 

Qual o tipo de indenização no seu contrato

Outro ponto fundamental de saber é qual o tipo de reembolso que está disponível no seu plano, analisando sobre o ponto de ele ser fixo ou variável. No primeiro caso, será ressarcido um valor pré-definido, com limites mínimos e máximos, independente do que acontecer.

A segunda, por sua vez, leva como base a Tabela FIPE, onde você pode escolher o valor de ajuste de acordo com as normas da empresa, podendo ser de até 100% do descrito na tabela ou, em alguns casos, até mais do que isso.

Por outro lado, é importante analisar a diferença entre a indenização parcial e integral. A primeira ocorre quando os valores não passam de 75% do valor total do carro, onde seria necessário apenas um conserto, e a segunda é nos casos de perda total, roubo ou furto do veículo quando ele não é localizado posteriormente.

 

É necessário pagar a franquia?

A franquia de seguro é um tema que divide opiniões quando falamos sobre a proteção para os carros e que você precisa pagar caso ela esteja presente no seu plano, sendo obrigatório caso decida acionar a seguradora.

Não importa se você sofreu apenas pequenos danos, como um risco no para-choque, por exemplo, ou estragos mais fortes, como um amassado na lataria; você terá que pagar o valor acordado com a seguradora. Aqui vale a conta se a despesa vale ou não o acionamento. Já nos casos de perda total, você não terá nenhuma despesa com esse ponto.

 

A forma de acionar a empresa

Por último, mas não menos importante, saber como acionar o seguro é algo indispensável se você quer usar os serviços contratados com a empresa. Aqui, devemos lembrar que normalmente isso é feito por meio de uma ligação telefônica, onde você explica o que aconteceu, onde o seu veículo está localizado e o estado dele.

Entretanto, se o seu plano for da modalidade de seguro online – um tipo que tem crescido bastante atualmente e é caracterizado por bons serviços -, é possível resolver a situação por meio do aplicativo da empresa ou usando o WhatsApp ou outro app de mensagem instantânea e, com apenas alguns toques, você sinaliza o ocorrido e evita dores de cabeça.

 

Sempre vale a pena pedir a indenização?

Após explicarmos todos os pontos que você deve prestar atenção antes de solicitar o auxílio da empresa que você possui o seu seguro auto, provavelmente você está se perguntando quando vale a pena acionar o seguro e começou a analisar alguns fatores nessa ação.

E se você ainda não chegou a uma conclusão, tenha em mente que apesar de ser um ótimo serviço para ter menos preocupações, nem sempre isso compensa para você. Muito disso se dá devido ao fato de que, se tiver a franquia no seu plano, você será obrigado a pagar por esse valor, mesmo que o orçamento do conserto seja mais baixo.

Vamos supor que você apenas teve um ralado no para-choque ou na tinta da lataria, algo corriqueiro e fácil de resolver; em uma situação assim, com um baixo orçamento para o conserto, você terá que pagar todo o valor acordado com a empresa justamente por ter decidido contatá-los ao invés de levar o carro à oficina por conta própria e pagar do seu bolso.

🔍 Logo, vemos que situações menores se tornam muito mais interessantes para pagar direto ao invés de pedir a indenização ou o auxílio do seguro. O mais recomendado é deixar essa ação para casos mais graves, onde foram gerados mais danos.

Por outro lado, se você for o responsável por um acidente que gerar danos apenas ao outro veículo, situação em que você se torna obrigado por lei a pagar por todos os reparos do outro carro, acionar o seu seguro é sempre uma boa opção mesmo que o seu bem esteja intacto, principalmente se você tiver proteção contra terceiros. Isso acontece já que, dessa forma, a empresa vai arcar com todos os custos e você não precisará se preocupar com nada.

Mas agora que você entendeu melhor sobre quando acionar o seguro é uma boa ideia, que tal conferir o Blog da Pier Seguradora para evitar pegadinhas no contrato e possíveis problemas no seu plano? Venha conosco e tenha o melhor cuidado com o seu carro!

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