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por Renato Mesa
  • Leis e regras para celulares no Brasil: tudo sobre uso e comércio de aparelhos

    Leis e regras para celulares no Brasil: tudo sobre uso e comércio de aparelhos

    A busca por celulares tem sido cada vez mais comum, principalmente tendo em vista que existem modelos de entrada bons e baratos e que, em nosso país, é muito comum que as pessoas tenham esse dispositivo eletrônico.

    Porém, existem leis e regras que ditam a forma como deve ser feita a venda e que melhoram o uso, aumentando principalmente o tempo de vida útil do aparelho. E é exatamente para discutir isso e tirar dúvidas, que a Pier fez este texto para você.

    Continue lendo e confira os principais pontos de atenção, seja na hora de comprar ou até mesmo de usar o seu aparelho telefone da melhor forma possível.

    As principais leis para quem possui um celular

    Quando falamos sobre leis em aparelhos celulares, devemos separar entre leis para o uso e as que exercem influência nos planos de telefonia.

    Para o primeiro, é importante lembrar pontos como a proibição do uso de celular ao volante, seja navegando entre aplicativos, mexendo no GPS, digitando ou conversando por ligação. Esta é uma infração gravíssima conforme o Código de Trânsito Brasileiro, com valor de R$293,47 e sete pontos na CNH.

    Além disso, o uso de celulares dentro de sala de aula em escolas públicas é proibido em todo o país, de acordo com a Lei nº 2246-A/2007 e o Projeto de Lei nº 2.547/2007, a menos que seja para fins educativos.

    E de acordo com o Código de Defesa do Consumidor, o cliente tem uma garantia legal de 30 ou 90 dias para reclamar sobre problemas com o produto (prazos se ele for não durável ou durável, respectivamente).

    Tudo o que diz respeito aos aparelhos

    O primeiro ponto que devemos saber diz respeito aos equipamentos. Ninguém é obrigado a ter um equipamento vendido pela empresa que oferece os planos, você pode somente ter e receber o serviço em aparelhos compatíveis e homologados pela Anatel. É importante lembrar que os aparelhos disponíveis com as prestadoras de serviços são bloqueados, mas eles podem ser desbloqueados sem cobrança alguma para isso.

    Caso o celular seja roubado ou perdido, é necessário comunicar a prestadora e pedir o bloqueio do serviço e do aparelho também, seja pelo IMEI ou com o número do telefone. Mas se futuramente ele for encontrado, é possível pedir o desbloqueio sem cobrança.

    Tudo o que envolve o plano

    Olhando pela perspectiva dos planos de celular (que podem ser pré-pago, pós-pago ou no modelo controle, que mescla os dois), existem leis que também influenciam no processo, fundamentadas pela Anatel. No que diz respeito a entrega de documento de cobrança, este deve ser pelo menos 5 dias antes do vencimento e oferecendo minimamente 6 opções de datas de pagamento.

    Sobre atraso na cobrança, caso esta ocorra após 90 dias da prestação do serviço, deve ser emitida uma conta com possibilidade de negociação prévia e sem acréscimo de valores, com parcelamento de acordo com o número de meses em atraso.

    Para pagamento de contas fora do prazo estabelecido, a prestadora do serviço pode viabilizar a negociação por meio de um Termo de Acordo e parcelamento em débito. Se ocorrer uma cobrança indevida na conta, é possível contestar os valores para pedir uma nova via da cobrança sem os serviços que você não reconhece.

    Dependendo do tempo que você atrasar, o serviço pode ser interrompido, mas esta ação deve ser comunicada até 5 dias antes e é possível solicitar reparação referente ao período.

    Após a solicitação, a empresa tem até 30 dias para responder e, caso o pagamento já tenha ocorrido, você tem direito ao dobro do que pagou em excesso, somado à juros e correção monetária, que pode ser devolvido na próxima conta (para pós-pago), por meio de créditos com validade de noventa dias (para pré-pago) ou pagamento por sistema bancário.

    A validade dos créditos, nos planos pré-pagos, deve ser em prazo igual ou superior a 90 e 180 dias. Se houver qualquer tipo de alteração no plano, ofertas ou promoções, deve ser comunicado com pelo menos 30 dias de antecedência.

    Não podemos esquecer também que é possível pedir uma suspensão do serviço por 30 ou 120 dias caso não tenha débitos a pagar, ou o cancelamento, por qualquer motivo. É necessário somente se atentar à fidelização, que geralmente oferece benefícios em troca da permanência com a empresa. Se houver este programa no serviço, o cancelamento pode gerar multa por quebra de contrato, sendo necessário pagar o restante até o final do período do contrato acordado.

    Para quem está trocando de operadora, é possível pedir a portabilidade para manter o mesmo número de celular. Essa alteração deve ocorrer em até 3 dias úteis após a solicitação.

    Por fim, não é permitido o envio de mensagens publicitárias sem consentimento prévio e expresso livremente pelo consumidor, e a velocidade de dados móveis não pode ser menor que 40% à ofertada ou 80% menor do que a média mensal ofertada inicialmente.

    *Tudo o que trouxemos aqui, tanto para os planos como para os aparelhos, não constitui uma nova lei para celulares, ou seja, tem como base os seguintes Artigos e Resoluções da Anatel:

    Art. 53 (adendo I b) da Resolução nº 460/2007;

    Arts. 18, 28, 34 e 81 § 2º da Resolução nº 477/2007;

    Arts. 21 a 23 da Resolução nº 575/2011;

    Arts. 3º (adendos XIII e XVIII), 4º (adendos V e VII), 14, 15, 52, 57 a 59, 67 a 72, 76, 78, 101 e 81 a 89 da Resolução nº 632/2014.

    Regras que influenciam na venda dos dispositivos

    A fim de garantir máxima qualidade no serviço, a Agência Nacional de Telecomunicações – também conhecida como Anatel – recomenda que sejam comprados aparelhos que passaram pelo processo de homologação.

    Assim, não é uma regra para uso de celular, mas sim uma recomendação que todo celular deve seguir já que essa é a última fase do processo de adequação aos padrões. Isso serve para o aparelho em si, mas também para baterias e carregadores, que passam por um teste que avalia a qualidade e segurança de todos os acessórios, valendo tanto para celulares iOS como Android.

    De forma geral, a regra diz que somente aparelhos que possuem o Certificado de Homologação da Anatel podem ser vendidos. Mas para garantir que você não terá problemas, sempre procure pela marca da Anatel no produto ou no manual. Assim, você garante que o dispositivo segue todos os requisitos de qualidade, segurança e capacidade de sistema compatível com as operadoras de telefonia móvel do Brasil.

    Então seja você um comprador ou um vendedor desse tipo de produto, sempre esteja atento a esse ponto para saber se ele é aprovado para o uso em território brasileiro ou não.

    Dicas importantes para usar o celular

    Saber como usar o telefone é algo essencial. E aqui, estamos falando sobre dicas de como manter o bom estado do seu aparelho que você pode aplicar no dia a dia, que são:

    1. Evitar temperaturas altas, seja para recarregar, usar ou deixar exposto;
    2. Carregar da maneira correta, com um produto homologado pela Anatel e original;
    3. Não tirar do carregador antes de alcançar carga máxima e não usar enquanto carrega;
    4. Na hora de armazenar ou transportar o aparelho e a bateria, não deixar próximo de objetos metálicos;
    5. Evitar que a bateria acabe por completo antes de colocar para carregar novamente;
    6. Não deixar o dispositivo carregando em áreas molhadas;
    7. Procurar não deixar o aparelho cair ou sofrer qualquer tipo de impacto ou dano, seja na tela ou na parte interna;
    8. Secadores e fornos não são recomendados para secar o aparelho;
    9. Usar capinha e película para proteger a tela;
    10. Não levar o celular para o banheiro para evitar acidentes;
    11. Ao sair com o celular no bolso ou em uma bolsa, separar um compartimento somente para o aparelho.

    Por fim, não use um carregador para celular danificado ou com algum defeito para fazer o carregamento. Junto dos outros pontos que trouxemos, esse é mais um tipo de ação que pode causar danos irreparáveis ao dispositivo e comprometer o bom funcionamento e o tempo de vida útil do celular.

    Sobre cybersegurança e proteção de dados

    Em se tratando de aparelhos celulares, devemos lembrar que eles são muito usados para acessar a Internet, e é exatamente por isso que devemos ter máxima proteção no ambiente virtual. Para isso, você pode seguir algumas dicas simples, como:

    1. Não mandar dados pessoais para desconhecidos, principalmente em sites suspeitos;
    2. Se possível, usar aplicativos de segurança pessoal para evitar problemas;
    3. Não clicar em links de remetentes desconhecidos;
    4. Mudar senhas com periodicidade;
    5. Usar autenticação de dois fatores nas contas e aplicativos;
    6. Não fazer download de anexos vindos de remetentes desconhecidos.

    E não esqueça também de usar os recursos de segurança do aparelho. Presentes hoje na maioria dos aparelhos, eles ajudam a não ter contaminações e infecções de vírus principalmente, então vale a pena conhecer e aplicar cada um deles no aparelho.

    Ter um seguro de celular é obrigatório?

    Apesar de ser um grande facilitador, o seguro celular não é determinado por lei. Logo, ele é uma opção para os proprietários de telefones que desejam ter mais proteção na rotina, tendo em vista que as situações de sinistro cobertas – em sua maioria – são roubo e furto.

    E já que existem hoje opções de seguro online, que levam mais praticidade, menos burocracias e menos papelada para você se preocupar, além de poder resolver tudo por aplicativo ou site, cotar o seguro é a melhor opção para quem deseja saber o preço mensal a se pagar para ter mais proteção contra problemas que vão gerar dores de cabeça. Gostou do conteúdo de hoje e quer saber mais sobre celulares e smartphones para ter um bom uso e máxima proteção? Então não deixe de conferir o Blog da Pier para conferir mais dicas e conhecer tudo sobre esse assunto!

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  • Quem pode ter um seguro? Quais os principais tipos e benefícios desse serviço?

    Quem pode ter um seguro? Quais os principais tipos e benefícios desse serviço?

    Criado há muito tempo e operante até hoje, o mercado de seguros teve um avanço enorme nos últimos anos e, consequentemente, um alto potencial de movimentar muito dinheiro por ano. Mas você sabe o que é o seguro, quem pode ter esse serviço e tudo o que torna tão importante e, consequentemente, valioso hoje em dia?

    Para tirar todas as suas dúvidas a respeito desse assunto, nós da Pier fizemos um conteúdo explicando tudo sobre este serviço que pode levar muita praticidade e segurança para todos os dias. Então confira conosco!

    O que é o seguro?

    Seguro é o nome dado a um contrato estabelecido entre duas partes. De um lado temos uma pessoa que deseja proteger um bem material ou patrimônio, e do outro a seguradora, que são as empresas que oferecem esse tipo de serviço.

    Usando palavras próprias e termos únicos específicos para esse universo, a primeira coisa que devemos entender para saber mais sobre esse serviço é o que significa sinistro.

    Vamos supor que você possui um contrato com uma empresa para proteger o seu carro contra furto. Se, de fato, o veículo for furtado, essa é uma situação de sinistro de seguro à medida em que você precisará acionar o seguro para resolver a situação.

    Vemos, então, que a seguradora entra em ação caso ocorra algo que a pessoa tem cobertura, enviando uma indenização ou oferecendo o auxílio na chamada franquia seguro para auxiliar no conserto do bem danificado.

    Logo, existem outros dois pontos interessantes e fundamentais para entender, que são o reembolso – quando a empresa devolve o dinheiro, em um valor pré-estabelecido, para o segurado – e a franquia – que é o teto de participação do segurado para reparar prejuízos causados por acidentes -.

    Somado a esses dois, existem também os serviços adicionais que podem ser incluídos no contrato. Eles são os mais variados e dependem do tipo de seguro, ponto que entraremos no próximo tópico, mas sempre garantem proteção contra as mais variadas situações adversas que podem acontecer.

    Tudo isso, no entanto, é garantido por meio do pagamento de um valor que pode ser cobrado à vista ou mensalmente, dependendo das diretrizes de cada instituição, chamada de taxa ou prêmio.

    Devemos mencionar ainda que existe um prazo no qual o contrato fica ativo, conhecido como validade. Tudo o que acontecer depois desse período não garante qualquer remuneração ou auxílio, sendo necessário renovar ou contratar outra vez.

    Quem pode ter um seguro?

    No geral, qualquer pessoa que tenha um bem que queira proteger é elegível para contratar um seguro sem maiores problemas, desde que consiga pagar as parcelas mensais.

    O único ponto de atenção, no entanto, é que a pessoa deve seguir algumas regras e diretrizes particulares do contrato a fim de não perder o direito ao benefício contratado.

    Quais os principais tipos?

    Existe mais do que um tipo de seguro que pode ser contratado. Um dos mais famosos, e até mais buscados entre os brasileiros devido ao alto número de automóveis, é o seguro auto. Por meio dele, o veículo é protegido contra furto, roubo, perda total, panes e acidentes, entre outros.

    Já o seguro residencial (que cobre danos em imóveis) e o de vida (que indeniza a família do segurado em casos de falecimento, incapacidade temporária total ou parcial, diagnóstico de doenças terminais ou câncer, despesas médico-hospitalares ou odontológicas em acidentes ou Diária por Incapacidade Temporária ), também começaram a ganhar espaço dentro do mercado.

    Mas existe ainda o seguro celular – que é um jeito de prevenir prejuízos causados por furto ou roubo do aparelho -, o seguro patrimonial – que varia conforme a necessidade do contratante, mas oferece proteção para os negócios – e o para máquinas e equipamentos eletrônicos, comum em casos de ferramentas usadas na atuação profissional.

    Por que é importante ter um seguro?

    Quando vemos que é uma maneira de evitar problemas como prejuízos financeiros, já conseguimos entender porque é importante fazer uma cotação de seguro e fechar o contrato com a melhor opção para o que você precisa. Mas não para por aí, existem outras razões que tornam esse serviço tão essencial para o dia a dia, que são:

    ➡️ O seguro é uma maneira de oferecer proteção para os seus bens em todos os momentos;

    ➡️ Você possui um ótimo custo-benefício (analisando o prêmio e o valor do reembolso);

    ➡️ Proteção para toda a família, dependendo do tipo que você escolher;

    ➡️ Coberturas de acordo com  que você precisa;

    ➡️ Acesso à diversas assistências;

    ➡️ Mais segurança financeira.

    Como se todos esses benefícios não fossem o suficiente, é importante lembrar que você possui menos dores de cabeça e mais tranquilidade quando comparado ao processo que você teria que enfrentar para contornar uma situação adversa sozinho, tudo graças à possibilidade de contatar a seguradora e deixar que ela resolva o problema.

    Um seguro online é uma boa opção?

    Com todo o avanço tecnológico dos dias de hoje, surgiram empresas oferecendo a modalidade de seguro online. Esse tipo de serviço é um grande facilitador por ser fácil de acionar, simples para resolver eventualidades e levar mais comodidade em tudo.

    Isso se dá desde o momento inicial de cotar o seguro, tendo em vista que você não precisa nem sair de casa para fazer o processo. Basta acessar o site da seguradora, preencher os dados necessários e conferir pontos cruciais como: mensalidade, montante do reembolso, situações protegidas e assistências disponíveis.

    Além disso, todo o processo de fechar o contrato pode ser feito virtualmente, ao mesmo tempo em que o pagamento é feito virtualmente também, da forma como você preferir.

    Já o contato normalmente é feito via aplicativo de mensagem instantânea (como o WhatsApp, por exemplo) ou pelo próprio app da empresa. Fácil de sinalizar um sinistro e rápido para resolver a sua situação.

    E se você quer conhecer melhor sobre o universo dos seguros para fazer uma simulação e não cair em pegadinhas nos contratos, confira o Blog da Pier onde trazemos diversas dicas enriquecedoras para você!

  • Contrato de seguro: como funciona e ao que se atentar para não ter problemas

    Contrato de seguro: como funciona e ao que se atentar para não ter problemas

    Ao decidir fechar com o melhor seguro para proteger um bem, o último passo é a assinatura do contrato. Porém, é importante tomar muito cuidado com este documento e ler por inteiro já que ele é a certidão que comprova o vínculo entre as duas partes. Sendo assim, o que está escrito ali é o que deve acontecer, e é exatamente esse o motivo que torna interessante ter conhecimento sobre ele.

    E para saber tudo sobre a apólice de seguro (como também é chamado) e ter total tranquilidade e proteção, continue lendo esse texto que a Pier fez especialmente para que você não tenha dores de cabeça. Venha conosco!

    O que é o seguro de contrato?

    Contrato de seguro é o nome dado ao documento firmado entre a pessoa e a seguradora de veículos, ou outros possíveis bens. Mas não é somente um simples documento, já que nele consta tudo o que você está contratando. Isso vale para seguro auto, de celular, de vida, residência, e outras opções que você pode escolher, pois se encaixa para todos os casos e todos eles necessitam de um acordo legal.

    Entendemos, então, que ele é um acordo formal, firmado legalmente, garantindo que todos os lados se comprometem a manter o que foi decidido. Por parte do segurado, é a obrigação do pagamento mensal; e por parte da empresa, a obrigação de oferecer todos os serviços necessários e contratados caso ocorra uma situação que torna inevitável acionar a empresa.

    Por meio da apólice, você tem uma oficialização de todas as coberturas do plano e consegue analisar também as responsabilidades da empresa, condições que se enquadram como sinistro, prazo de vigência, carência, fidelidade e valor mensal a se pagar.

    E para entender o seu funcionamento de forma simples, devemos lembrar que ele sempre vai representar dois lados: o segurado, que é a pessoa que tem interesse imediato na preservação de um bem, e a instituição, que tem autorização para suportar riscos, pagar indenizações ou oferecer serviços para contornar situações indesejadas, tudo mediante o pagamento de uma taxa negociada.

    Ele pode ter mais de um tipo?

    Apesar de não ser muito falado, os contratos podem ser de um dos seguintes tipos:

    1. Aleatório: não existe igualdade nas contribuições e o segurado não sabe o que receberá em troca da mensalidade;
    2. Adesão: não há a possibilidade de discutir as cláusulas pré-estabelecidas;
    3. Bilateral e oneroso: gera obrigações iguais para as partes;
    4. Formal: com forma escrita obrigatória.

    É importante saber todas estas características no momento de simular o seguro já que, assim, você consegue analisar se o seu seguro para celular – entre outros – possui tudo o que você deseja ou não, evitando uma série de problemas, como não saber os tipos de serviços que você possui, não poder discutir as cláusulas ou até mesmo ter responsabilidades desiguais.

    Tudo o que está presente no contrato

    Para ter o melhor seguro para os seus bens, é importante cotar o seguro e escolher uma boa empresa (confiável e com o oferecimento de boas coberturas e serviços). Mas é somente nas características do contrato de seguro que você realmente vai saber se possui o que precisa porque a apólice possui os seguintes pontos:

    ➡️ Dados do segurado (nome completo, data de nascimento, número do RG e CPF, endereço de residência);

    ➡️ Valor pago mensalmente, chamado de prêmio ou taxa;

    ➡️ Período que o contrato vale;

    ➡️ Todas as coberturas assumidas;

    ➡️ Se alguma cobertura tem uma cobrança diferente;

    ➡️ Cláusulas gerais (que definem a relação e as responsabilidades, deveres e direitos das partes), especiais (caso o segurado tenha escolhido coberturas adicionais) e particulares (benefícios, coberturas, indenizações e condições para cancelamento);

    ➡️ Como fazer o pagamento do prêmio;

    ➡️ Forma de comunicar um eventual acidente;

    ➡️ Montante da franquia de seguro para auxiliar em consertos, se necessário;

    ➡️ Tudo que se encaixa como sinistro;

    ➡️ Serviços aos quais a pessoa tem direito.

    Ao assinar o contrato, você declara estar de acordo com os termos apresentados pela empresa e, caso não exista carência, já pode contar com todos os serviços descritos na apólice.

    Pontos de atenção para evitar adversidades

    Após conhecer melhor o contrato, sabendo o que é, como funciona, as modalidades e o que deve estar presente, chegou o momento em que falaremos sobre tudo o que você precisa se atentar. O primeiro ponto é ver se ele se trata exatamente sobre o que você contratou e se o documento foi emitido da forma certa. Se tudo isso for válido, olhe os seguintes fatores:

    1. Conheça os objetivos do contrato;
    2. Analise as coberturas do seu plano;
    3. Veja se todas as cláusulas (gerais, especiais e particulares) estão corretas;
    4. Certifique-se sobre os seus dados estarem corretos;
    5. Confira a taxa de seguro e veja se bate com o que foi oferecido para você;
    6. Saiba todas as situações caracterizadas como sinistro presentes no contrato;
    7. Esteja certo de que o valor da franquia é o que foi acordado anteriormente;
    8. Observe se o prazo de validade do contrato está presente e de acordo com o que foi combinado.

    Por fim, não esqueça de conferir se tudo está correto, ou seja, se tudo o que falamos que deve estar presente consta no documento. Agindo desta forma, você garante que não terá nenhum tipo de problema futuro ou até mesmo dores de cabeça pensando que está seguro contra uma situação, mas, na verdade, não está.

    Não se esqueça também que é possível fazer alteração na apólice, e o pedido pode partir tanto da parte contratante como da seguradora. Caso necessário, a ideia é acionar a companhia e passar tudo o que você deseja que seja alterado.

    Mas agora que você já sabe tudo sobre o contrato, caso queira conhecer ainda mais detalhes sobre o universo de seguros para escapar de problemas, confira o Blog da Pier onde trazemos muitas dicas sobre o assunto!

    Photo by Leon Seibert on Unsplash

  • Tudo sobre as possíveis taxas e reajustes que podem agir sobre um seguro

    Tudo sobre as possíveis taxas e reajustes que podem agir sobre um seguro

    Quando falamos sobre quais são as características básicas dos seguros, existem alguns pontos que devem ser explicados a fim de evitar possíveis pegadinhas e até mesmo dores de cabeça no futuro.

    E foi pensando nisso que a Pier criou a série “Segurês”, onde abordamos todos os pontos que são essenciais de saber antes de contratar o seu seguro, que é a melhor ação para evitar diversos problemas por não saber como esse serviço funciona.

    No conteúdo de hoje, vamos falar tudo sobre as taxas e o reajuste que um seguro pode receber. Para saber mais sobre o assunto, continue lendo esse texto!

    Veja no texto:

    O que é e como funciona a taxa do seguro?


    De forma fácil de entender, a taxa é algo comum a todos os tipos de seguro e funciona basicamente como uma mensalidade, ela e é o custo que você terá para manter o seu bem protegido.

    Ou seja, você paga a cada mês, independentemente se você usou o serviço ou não. O pagamento é importante para garantir que você terá todo o suporte necessário caso algo aconteça, desde que esteja dentro do que a apólice de seguro cobre.

    No entanto, não é raro o valor mensal ser maior de acordo com o número de serviços e coberturas que você possui. Por isso, a principal recomendação é fazer uma análise de tudo o que você precisa e que está no seguro a fim de ter apenas o que você realmente vai usar.

    E se o seu seguro for personalizável, permitindo uma escolha do que você quer, essa é a melhor forma de não pagar uma mensalidade alta por algo que nem ao menos será utilizado. Então, antes de assinar o contrato, pergunte sobre isso para ter certeza de que não está pagando a mais por algo que não serve para você.

    É importante lembrar ainda que, por ser uma característica do contrato de seguro, já que diz respeito ao valor que você deve pagar para manter o serviço, é possível descobrir o montante mensal na hora de simular o seguro, seja online ou presencialmente.

     

    Quais as formas de pagamento mais comuns?

    A maioria das seguradoras aceita cartão de crédito, débito em conta, PIX ou boleto bancário para pagar a taxa de seguro. Na maioria das vezes, você pode optar se quer fazer parcelado (variando o número de parcelas e se há juros ou não) caso o seguro seja anual ou seguir com o modelo mensal, que é proposto por algumas empresas como a Pier Seguradora.

     

    Existe a possibilidade de pagar uma taxa por quebra de contrato?

    Tendo em vista que não é raro um seguro, ter um programa de fidelidade, é possível que você sofra uma espécie de penalidade de quebra de contrato.

    Isso acontece porque esse programa tem como intuito manter o cliente. Assim, você começa a ganhar diversos benefícios caso permaneça com a seguradora durante todo o período previsto pelo contrato de seguro. Por um lado, isso é ótimo por gerar descontos em lojas ou até mesmo oficinas (exclusivamente no caso dos automóveis).

    O lado ruim, porém, é que se você quiser cancelar o contrato antes, esse mesmo programa faz com que a situação se enquadre como quebra de contrato – mesmo se você não estiver satisfeito com os serviços oferecidos – e o resultado é um só: o pagamento de uma multa para poder encerrar o vínculo entre ambas as partes.

    Vale mencionar que existem empresas da modalidade deseguro online para carrose celulares, entre outros, que oferecem um serviço totalmente livre de qualquer tipo de fidelidade, fazendo com que você fique livre para cancelar quando quiser sem precisar pagar uma taxa extra para isso.

     

    O que é o reajuste de seguro?

    Também conhecido como reajuste de valores, ele nada mais é do que um novo cálculo feito sobre as taxas cobradas mensalmente. Feitas em seguro para carro, de vida, residencial, seguro de celular, entre outros tipos, ele ocorre de tempos em tempos tendo como base os pontos como:

    • Questão monetária;
    • Momento macroeconômico;
    • Valor do carro na Tabela FIPE;
    • Valor do aparelho celular na Tabela PIPE;
    • Aumento no valores de serviços e peças;
    • A sinistralidade;
    • Uso do seguro e número de chamados;
    • Faixa etária do proprietário.

    Ou seja, são vários motivos, desde as alterações na inflação, feito uma vez por ano, até às necessidades de cada etapa da vida. Quando analisamos que no seguro auto e no de vida, por exemplo, diferentes idades possuem preços distintos, podemos entender por que ocorre o ajuste com base neste último ponto.

    E para quem se pergunta sobre um possível reajuste no valor da franquia de seguro caso ocorra uma regulagem do preço, devemos mencionar que isso não é muito comum de acontecer. Mas vale saber que o reajuste nem sempre diz respeito somente a aumento de preço; existem casos onde ele pode diminuir também.

     

    Como é feito o cálculo do reajuste?

    Para ficar mais fácil de entender o que é o reajuste, devemos analisar o cálculo do seguro. Falando de um jeito simples, ele tem dois índices: o valor do bem protegido (ou da indenização em caso de sinistro de seguro) e o índice de sinistralidade (quantos reembolsos são pagos, em média, na região).

    Quanto mais caro for o reembolso, maior é o custo do seguro, e quanto maior for a chance de sofrer um sinistro no local onde você mora, o seguro aumenta também.

    Felizmente, existem ações que você pode tomar para evitar que o seu seguro suba de preço, que são:

    1. Evitar acionar em qualquer situação prevista na apólice;
    2. Analisar a necessidade de algumas coberturas e serviços já que, como citamos anteriormente, elas podem somente encarecer o preço;
    3. Não fazer a renovação muito em cima da hora.

    Desta forma, você se torna capaz de não somente escolher o melhor seguro conforme o que você precisa, mas também pode analisar outras opções e comparar para encontrar o que mais te agrada.

    E se você quer conhecer um seguro sem burocracia e com preço justo de verdade, dá uma olhada na Pier! Aqui, é tudo online: da cotação à contratação e você ainda pode proteger tanto o seu carro quanto o seu celular.

     

  • Impostos para donos de automóveis: pontos de atenção para que o carro esteja regularizado

    Impostos para donos de automóveis: pontos de atenção para que o carro esteja regularizado

    Ter o carro próprio é o sonho de muitos brasileiros, algo que tem se tornado cada vez mais comum quando vemos que, de acordo com dados do IBGE de 2020, existem cerca de 58.016.405 automóveis em circulação em todo o Brasil.

    Mas, após comprar o carro, existem algumas taxas e impostos que você deve pagar a cada ano a fim de que ele esteja regularizado e dentro da lei, evitando problemas como multas, por exemplo.

    E se você quer saber tudo sobre os impostos de carros que são obrigatórios, continue lendo esse texto que a Pier desenvolveu para você e fique em dia! Venha conosco.

    Quais são os impostos obrigatórios para quem possui carro?

    Logo nos primeiros meses do ano, a maioria das pessoas começa a receber as taxas e impostos para pagar quando possuem um carro.

    Vale lembrar que, aqui, estamos falando de gastos que são padrão para todos – no sentido de que todo mundo que possui um carro deve se atentar – e que vão além da manutenção e do seguro, caso você tenha um. De toda maneira, os tributos obrigatórios para donos de veículos são:

    Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)

    O Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, também conhecido como IPVA, é uma taxa estadual. Pago anualmente, com valores que variam de acordo com o local em que você mora, 50% do valor total vai para o Estado e 50% ao Município da placa do carro, e o montante total é utilizado para arcar com despesas na administração pública.

    Ele possui vencimento de acordo com o final da placa do veículo, que dita qual é o último dia e mês para efetuar o pagamento. E se você não cumprir a obrigação fiscal, é necessário pagar uma multa de 0,33%, com limite de 20%, sobre o preço total do imposto e juros equivalentes à taxa Selic.

    Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT)

    Seguro por Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, ou somente DPVAT, é o nome do seguro obrigatório por Lei (nº 6.194/74). Ele é variável de acordo com o Estado e o tipo de veículo que a pessoa possui.

    O intuito dessa taxa é indenizar vítimas de acidentes causados por veículos. Logo, toda pessoa que sofre um acidente pode ser indenizada. E apesar de ser pago por quem possui veículo, toda a população tem direito, com indenização por morte, invalidez e despesas médicas.

    E caso o seu DPVAT não esteja em dia, você não terá o direito de receber indenização se sofrer um acidente de trânsito, enquanto os terceiros envolvidos poderão fazer a solicitação sem problemas.

    Licenciamento

    Para poder rodar e circular pelas vias sem problemas, existe um procedimento anual e obrigatório (já que ocorre mediante uma revisão para saber se o carro está de acordo com o que as normas falam a respeito de ruídos e emissão de poluentes) chamado licenciamento.

    Por meio do pagamento de uma taxa, você consegue emitir o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV), documento de porte obrigatório. Caso não não ande com o CRLV, você pode sofrer uma multa de gravidade leve no valor de R$88,38, somando 3 pontos na carteira e com retenção do veículo até apresentação do documento.

    Agora, se você não tiver feito o licenciamento e registro, se torna uma infração gravíssima com multa de R$293,47, 7 pontos na carteira e apreensão do veículo para regularização.

    Outros impostos que influenciam na hora de comprar veículos

    Existem ainda outros tributos que não são pagos anualmente, mas que é interessante conhecer, já que eles incidem na hora em que você for fazer a compra de um carro. É importante frisar que eles agem sobre carros novos e usados e não existe uma forma de não pagar por eles, já que somam ao preço final do bem. São eles:

    Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)

    Maior responsável pelo aumento do preço dos veículos, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, ou ICMS, é uma taxa estadual sem destinação específica, tendo o cálculo feito sobre o valor da nota fiscal do carro.

    Para automóveis usados, a cobrança só vale para lojas, ou seja, nas vendas entre duas pessoas físicas ele não é aplicado. Mas por ser estadual, não existe um padrão, o que torna interessante analisar as regras na Secretaria de Fazenda.

    Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)

    O IPI, ou Imposto sobre Produtos Industrializados, é um imposto federal, o que faz com que ele tenha uma mesma base de cálculo para todos os Estados e Municípios do Brasil.

    A diferença, no entanto, se dá entre a potência do motor (variando entre 7 a 25%, o que torna interessante simular o preço antes de comprar um veículo) e o local de fabricação (se ele é nacional ou importado).

    A sua função é arrecadar dinheiro para o cofre do Tesouro Nacional, e o Governo Federal pode diminuir a alíquota ou conceder isenções para aumentar o consumo de veículos e, assim, estimular a economia. Então, não perca uma oportunidade.

    Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS)

    Com preço definido em 7,6% sobre o valor final do veículo, o COFINS é outro tributo federal. Todo o montante arrecadado é usado para financiar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em suas ações, que são o pagamento de pensões, seguro-desemprego e aposentadorias para todo o Brasil.

    Programa de Integração Social (PIS)

    Outro imposto federal, o PIS é a menor de todas as taxas que aumentam o preço do carro, somando somente 1,65% e tendo como destino o pagamento de abonos para trabalhadores que recebem salário mínimo.

    É possível ter isenção dos tributos?

    De forma geral, existem apenas dois tipos de situações que geram a isenção para as contribuições. Elas são o caso de Pessoas com Deficiência (PcD) ou com Necessidades Especiais (PNE).

    Isso vale somente para quem quer comprar um carro novo, mas ele pode tirar a obrigação de pagar ICMS, IPI e IPVA e IOF (concedida apenas uma vez e somente para caso de financiamento) a cada dois anos, ou até mesmo ter a redução das porcentagens, fazendo com que o valor final do carro seja até 22% menor.

    Na lista de deficiências encontramos diversas opções, o que torna interessante consultar para saber se você se encaixa em alguma, lembrando que a isenção vale somente para carros até R$70.000.

    Por que é importante manter os impostos em dia?

    O principal ponto que torna interessante manter as contribuições em dia é o fato de que elas são obrigatórias. Consequentemente, se você não pagar, você estará sujeito a restrições e até mesmo passível de punições caso seja parado por um agente da lei. Por outro lado, você também fica vulnerável a receber penalidades como pontos na carteira e fazer o pagamento de multas, o que não é nada interessante já que só leva gastos adicionais que poderiam ser facilmente evitados.

    E olhando sobre a perspectiva do licenciamento, exclusivamente, não pagar faz com que você não seja capaz de efetivar a transferência de propriedade caso venda o seu veículo, o que pode te dar muitas outras dores de cabeça.

    Então não se esqueça: mantenha todos os impostos em dia para máxima tranquilidade e para evitar diversos problemas.

    O seguro auto é obrigatório?

    Apesar de ser uma grande ajuda para o dia a dia já que você tem proteção contra situações inesperadas devido às coberturas (que normalmente são contra roubo, furto ou perda total) e assistências (que englobam danos parciais, guincho, panes elétricas/mecânicas, falta de gasolina e troca de pneu), o seguro de carro não é obrigatório.

    Logo, e até por ser um serviço disponível no mercado, é você quem decide se ter este tipo de proteção é uma boa para os seus dias ou não.

    E como escolher um bom seguro?

    Para quem fez as contas, viu que ter um seguro é uma boa opção e quer fazer a melhor escolha, vamos trazer algumas dicas simples para que você não caia em pegadinhas.

    A primeira é analisar o valor do seguro de carros, encontrando um serviço que seja acessível para você. Somado a isso, analise tudo o que é coberto (tomando o cuidado para ver se você não está pagando a mais por algo que não será utilizado), quais serviços você tem direito de acordo com a apólice, tudo o que é previsto como sinistro de seguro, se existe carência ou fidelidade.

    Se ao analisar todos estes pontos, for uma boa opção, cote e contrate para levar total segurança enquanto usa o seu carro! E agora que você já sabe mais sobre todos os impostos obrigatórios para quem possui um veículo, que tal conferir o blog da Pier para saber mais sobre o universo de seguro auto e conferir mais dicas para o seu automóvel? Venha conosco e tenha o melhor todos os dias!

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  • Licenciamento de carro: tudo o que você precisa se atentar para fazer sem problemas

    Licenciamento de carro: tudo o que você precisa se atentar para fazer sem problemas

    Essencial para que o carro esteja devidamente regularizado, o licenciamento é um documento obrigatório que permite a livre circulação do veículo de acordo com a Lei. E se você não estiver com ele em dia, é possível sofrer uma multa e perder sete pontos na CNH, sem contar a aplicação de juros de 0,33% por dia, com máximo de 20% após 60 dias.

    E tendo em vista que o licenciamento de carro, apesar de fundamental, ainda é um assunto que gera muitas dúvidas, nós elaboramos esse conteúdo para esclarecer tudo sobre o tema. Então, para saber mais, continue lendo este texto da Pier e deixe o seu carro em dia, evitando multas, pontos na carteira e juros. Boa leitura!

    O que é o licenciamento de veículos e para que ele serve?

    A primeira dúvida que vamos tirar aqui é o que é licenciamento de carro. De forma fácil de entender, ele é um documento que comprova o processo de regularização do automóvel. Ele deve ser renovado anualmente e é obrigatório de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o guia definitivo das leis de trânsito do Brasil.

    Mas para ter o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), que assegura o cumprimento da Lei que citamos, é preciso pagar a Taxa de Renovação de Licenciamento Anual de Veículo (TRLAV).

    Ou seja, se você não pagar a taxa e mesmo assim estiver rodando com o veículo, você está agindo fora da legislação, cometendo infração gravíssima que pode gerar 7 pontos na CNH, multa de R$243,97 e a remoção do veículo caso.

    E para que ele serve? Em suma, ele é um comprovante legal de que o carro se encontra em condições seguras para andar pelas ruas e estradas, que não sofreu problemas como clonagem, furto ou roubo, e que está em conformidade com o que o CTB dita para os ruídos e emissão de gases poluentes.

    Quais documentos eu preciso para renovar?

    A forma de fazer a renovação é por meio do pagamento, não existe outra forma. Mas como pagar o licenciamento? Para carros zero, o pagamento e liberação são feitos antes de colocar a placa no veículo, algo que normalmente é oferecido pelas lojas quando você decide comprar um carro, sendo um meio de conquistar o cliente.

    Já nos carros usados, você precisa informar o número do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) e pagar pela Internet, seja pelo site/aplicativo do seu banco, casas lotéricas ou caixas eletrônicos autorizados.

    O pagamento é feito mediante a apresentação dos seguintes documentos:

    • Comprovante de pagamento do IPVA atual e anterior;
    • Comprovante de licenciamento do ano anterior;
    • Documento que comprova que a taxa do licenciamento foi paga.

    Não esqueça de pagar o IPVA e DPVAT antes de começar o processo de licenciamento, ou não vai dar certo. Mas quanto custa o licenciamento de carro? Isso depende do Estado e cidade em que você mora, então o melhor a se fazer é pesquisar o preço para você, já que não existe um padrão.

    Como licenciar o carro em 3 passos

    Você sabe como fazer licenciamento de carro? O primeiro ponto que você deve estar atento para fazer o licenciamento, como citamos anteriormente, é estar totalmente livre de débitos, impostos e multas. Feito isso, você precisa:

    1. Entrar no site do Departamento Estadual de Trânsito da sua cidade, ou comparecer na sede da Delegacia de Trânsito, agência de correio ou outros serviços credenciados;
    2. Pagar a taxa devida (pode ser feito pela Internet, aplicativo, casa lotéricas ou caixas eletrônicos conveniados);
    3. Levar comprovante de pagamento do IPVA (atual e anterior), comprovante de licenciamento do ano anterior (exceto carros zero km) e o comprovante de pagamento da taxa.

    Com tudo isso feito, geralmente um dia útil após o pagamento é possível encontrar o CRLV no menu de Licenciamento Digital no site do Poupatempo, Detran ou nos respectivos aplicativos: Poupatempo Digital, Detran e Carteira Digital de Trânsito.

    Você pode baixar o seu CRLV, imprimir ou consultar licenciamento de carro por aplicativo, a escolha é sua. Apenas não se esqueça de andar sempre com ele quando estiver no carro para evitar os sete pontos na carteira, a apreensão do veículo para o pátio e a multa de R$293,47.

    Qual é o impacto de não ter o licenciamento em dia?

    No geral, não estar com o licenciamento regularizado até o último dia útil do mês referente ao final da placa gera multa e juros. Consequentemente, você leva sete pontos na carteira se for parado por um agente de trânsito, seu carro é recolhido para o pátio e você precisa pagar uma multa de R$293,47, isso sem falar que a taxa aumenta em 0,33% de juros por dia, então não esqueça de pagar em tempo hábil e imprimir o documento até o fim do período.

    Mas para quem se pergunta sobre o impacto no seguro de carro, estar com o CRLV atrasado não impede que você pague a mensalidade do serviço ou que você cote e contrate um.

    Agora, seja com ou sem seguro auto, não é interessante deixar de estar com essa documentação em dia, então preste bastante atenção à data limite de acordo com o final da sua placa e regularize o seu carro para circular sem problemas e dores de cabeça. Gostou de saber mais sobre a importância do licenciamento? Então confira o blog da Pier para saber mais sobre automóveis e ficar por dentro de tudo sobre o seguro de automóveis também.

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  • Leis, regras e normas para automóveis no Brasil: tudo o que você precisa saber para ter um carro

    Leis, regras e normas para automóveis no Brasil: tudo o que você precisa saber para ter um carro

    A pesquisa mais recente do IBGE – feita em 2020 – aponta que, em todo o Brasil, existem cerca de 107.948.317 veículos. Desses, 58.016.405 são carros, o maior número dentre todos os índices. Vemos, então, que existe uma alta quantidade de automóveis em circulação, o que aumenta a possibilidade de sofrer alguma situação que se encaixa como sinistro de seguro.

    Mas para evitar isso, bem como problemas com os respectivos órgãos e multas, nada melhor do que saber tudo sobre as leis, regras, normas, obrigações, deveres e responsabilidades que você deve seguir ao ter um veículo, não é mesmo?

    E para isso, confira este texto que a Pier fez especialmente para você!

    Para começar, por que ter um carro é uma boa ideia?

    Antes de falarmos sobre o assunto principal de hoje, vamos entrar nos motivos para ter um carro. Em um primeiro momento, devemos lembrar que – mesmo com a possibilidade de pegar trânsito – é uma economia de tempo, já que você não depende de transportes públicos como ônibus, metrôs e trens, que podem demorar e, na maioria das vezes, você também precisa fazer uma caminhada para chegar no local de destino.

    Somado a isso, você tem mais conforto dentro de um carro (o que, por si só, já é ótimo) e liberdade para ir onde quiser e quando quiser, pois você só precisa ligar o veículo e sair. Não podemos deixar de lado também o fato de que você possui mais segurança nas ruas e contra emergências, isso caso tenha um seguro para veículos.

    E se você sempre quis ter um carro, que é o sonho de muitas pessoas, essa é uma razão autoexplicativa tendo em vista que realizar desejos é algo que leva muita felicidade. Outro fator que torna interessante é que a ação de dirigir é muito boa e, para muitos, é como um lazer (especialmente se você gosta muito de carros).

    A ideia, então, é colocar na ponta do lápis todos os gastos com gasolina e conserto – ainda mais se você não contar com a franquia de seguro para ajudar na hora de mandar o veículo para a oficina -, comparar com quanto você usaria com transporte público ou táxi e saber se ter um carro compensa ou não.

    O que saber antes de comprar o meu carro?

    “Percebi que comprar um carro vai ser bom para mim, como fazer então?”

    Se for o seu primeiro veículo, existem alguns pontos que você deve prestar atenção, como:

    1. Decidir entre um carro seminovo (menos de 3 anos de uso e que teve somente um dono), 0 km (nunca usado antes, com peças preservadas, sem danos e com garantia de fábrica) ou usado (com mais de 3 anos de uso e quilometragem alta);
    2. Evitar financiar o valor total, prezando por dar 30% do valor, ou mais, como entrada;
    3. Saber tudo o que você deseja que o carro tenha conforme o que é importante para você;
    4. Definir qual o seu orçamento máximo para a compra de um carro;
    5. Pesquisar o carro em diferentes locais na Internet;
    6. Visitar mais de uma loja e, sempre que possível, fazer test-drive;
    7. Optar principalmente por veículos com menos de 100 mil quilômetros rodados.

    Além desses, faça uma análise de todos os custos que você terá depois de comprar o veículo. Aqui, deve ser analisado quanto o veículo roda por litro de combustível, valor do seguro, IPVA, DPVAT, licenciamento, revisões e até mesmo a média para conserto.

    E o que é bom analisar na compra do segundo veículo para frente?

    Depois de ter o seu primeiro carro e a primeira impressão de como é ter um veículo próprio, existem outros pontos que você pode se atentar caso queira vender e comprar um novo. Aqui, as dicas já são um pouco diferentes, e entramos nos seguintes pontos:

    1. Avaliar a reputação e histórico da marca para saber se é durável ou se vai te dar muita dor de cabeça com consertos;
    2. Analisar o vendedor, seja concessionária ou pessoa física;
    3. Saber se o histórico do veículo é bom, com licenciamento e IPVA em dia;
    4. Ver se ele foi roubado ou se sofreu batidas enquanto era propriedade de outra pessoa, prestando total atenção a todos os detalhes;
    5. Fazer o test-drive, sempre que possível;
    6. Escolher o carro com calma;
    7. Decidir se você prefere um carro novo, seminovo ou usado;
    8. Escolher uma boa cor, até pensando em uma venda futura;
    9. Ouvir a experiência de outros motoristas que possuem o modelo;
    10. Evitar, ao máximo, o financiamento;
    11. Conferir a desvalorização anual do automóvel;
    12. Olhar o tamanho do porta-malas;
    13. Cotar o seguro e ver o preço para ter mais proteção.

    Somado a tudo isso, evite ir atrás de ver o carro de noite já que isso pode ser suficiente para você deixar diversos detalhes passarem despercebidos e, assim, ter problemas no futuro.

    As principais leis que você precisa lembrar no trânsito

    Depois de comprar o seu carro, você pode rodar livremente, quando e onde quiser. Mas para isso, e lembrando um pouco das aulas teóricas do CFC, as leis do CTB (Código de Trânsito Brasileiro) definem como deve ser feita a condução, da forma mais segura possível.

    E mesmo não sendo obrigatório memorizar todas, ainda mais porque são muitas, existem algumas que você não pode esquecer e seguir todos os dias, que são:

    1. Normas de circulação e conduta;
    2. Sinalizações de trânsito;
    3. Uso de cinto de segurança e equipamento de proteção adequado para crianças;
    4. Lei Seca;
    5. Limite de velocidade;
    6. Uso adequado dos faróis;
    7. Proibição do uso de celular ao volante;
    8. Registro e documentação adequados do veículo;
    9. Portar a CNH com você onde for (seja digital ou em papel físico).

    Ao seguir e lembrar essas regras, você evita uma série de problemas como acidentes, multas e a perda da sua habilitação, algo que com certeza você não quer depois de conseguir comprar o seu carro, não é mesmo?

    Tudo o que a legislação fala sobre modificações e insulfilm

    A presença de carros modificados é algo frequente em nosso país. Mas seja por gosto, trabalho, estilo ou até mesmo esporte, é importante seguir o que o CTB diz a respeito.

    Para as rodas, é proibido aumentar ou diminuir o diâmetro externo do conjunto. Isso possibilita a troca de uma roda maior, desde que ela seja em um pneu de perfil baixo para que o diâmetro não seja alterado. Tome o cuidado, porém, de não usar rodas ou pneus que ultrapassam limites externos dos para-lamas, pois isso é ilegal.

    Sobre alterações na pintura, ela pode ser feita desde que siga algumas regras: se for mais do que metade do carro, deve ser feita a solicitação ao Detran de atualização da cor no CRV (Certificado de Registro do Veículo). Mas se o tom for igual ao original, não precisa procurar o órgão.

    Para quem ama um carro rebaixado, esse pode ser feito desde que respeite uma altura mínima igual ou superior a 100 mm, medidos do solo até o ponto mais baixo da carroceria ou chassi; e com suspensão fixa ou regulável desde que o pneu ou as rodas não toquem parte alguma do veículo. Além disso, o CRV e CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo) devem constar a altura no campo de observações.

    Quanto aos faróis de LED ou xenon, ambos são proibidos caso o carro não venha assim de fábrica.

    De acordo com o CTB, um carro pode ter turbo no motor desde que tenha autorização do Detran para a modificação, a vistoria seja feita em uma oficina ligada ao Departamento Estadual de Trânsito e seja enviado um laudo de aprovação e conclusão do processo.

    Sobre o escapamento do carro, é uma controvérsia. Alguns especialistas da lei apontam que é proibido, mas ao mesmo tempo a Resolução nº 252/1999 do Conselho Nacional do Meio Ambiente diz que o sistema de escapamento pode ser substituído desde que o nível de ruído não ultrapasse os níveis declarados pelo fabricante do veículo.

    Mas analisando sobre o artigo 230 do CTB, “Conduzir o veículo: XI – com descarga livre ou silenciador de motor de explosão defeituoso, deficiente ou inoperante é infração grave, com penalidade de multa e medida administrativa de retenção do veículo para regularização.”, ou seja, é uma multa grave.

    Por último, o insulfilm pode bloquear no máximo 25% da luz no para-brisa com uma película sem cor. Os vidros laterais não precisam ser sem cor e podem ter até 70% de transparência. Nos demais vidros, não precisa ser muito transparente e pode chegar até 28% de bloqueio.

    Todos os impostos e taxas que devem ser pagos

    Quando falamos sobre impostos e taxas cobradas para quem possui veículos, devemos analisar que eles são:

    ➡️ Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Estadual e sem padrão, sendo recomendado checar as regras de cada Estado;

    ➡️ Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), igual em todos os Estados, varia conforme a potência do motor e local de fabricação;

    ➡️ Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS), Federal e com alíquota de 7,6% sobre o preço final do veículo;

    ➡️ Programa Integração Social (PIS), o menor valor de todos, é um imposto Federal de 1,65%;

    ➡️ Imposto sobre Propriedades de Veículos Automotores (IPVA), variável dependendo do Estado que você mora;

    ➡️ Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos (DPVAT), variável de acordo com o Estado e o tipo de veículo, serve para proteger todas as vítimas de acidentes de trânsito no Brasil.

    E junto de todos esses, que devem ser pagos em dia para evitar problemas judiciais e juros altos, não podemos esquecer do licenciamento, um tributo obrigatório para garantir a autorização para dirigir em vias públicas e que também é variável dependendo do Estado que você vive.

    As normas sobre a transferência de veículo

    Ao comprar ou vender um veículo, existe um processo que deve ser feito, que é o de transferência de propriedade de veículo. Isso varia de acordo com o Estado, mas existem algumas regras básicas que devem ser seguidas, além do pagamento de uma taxa de pendência e a ida ao Detran para regularizar que houve uma negociação.

    Se no período de 30 dias não for feita a transferência pós-compra, o novo proprietário é quem vai receber a multa. Nos carros usados, enquanto o procedimento não se encerra, as taxas e multas vão para o antigo dono do veículo.

    Mas como fazer então? A primeira coisa que você deve ter em mãos são os seguintes documentos:

    ➡️ CPF, RG ou CNH, original e uma cópia;

    ➡️ Recibo original, e cópia também, do Certificado de Registro do Veículo (CRV) preenchida pelo antigo dono;

    ➡️ Certificado de Registro de Licenciamento do Veículo (CRLV), em via original e uma cópia;

    ➡️ Duas cópias do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) alegando se existem pendências no veículo e quais são;

    ➡️ Uma cópia das últimas três vias de algum comprovante de residência;

    ➡️ Dois decalques com o número de chassi do veículo em forma de etiqueta, ambos colocados atrás do Renavam.

    Junto destes, você deve ter um laudo de vistoria de identificação do veículo feito pelo próprio Detran ou por uma empresa credenciada.

    Com tudo isso, você precisa ir ao cartório, fazer o processo de reconhecimento de firma na assinatura do CRV – que deve estar devidamente preenchido com data e assinatura de ambas as partes (tanto o vendedor como o comprador devem fazer esse processo, mas não é obrigatório que seja no mesmo momento) – e pagar as taxas devidas.

    Feito isso, basta ir ao Detran mais próximo e solicitar a transferência do veículo – com todos os documentos necessários – que o processo será finalizado, fechando com uma vistoria do carro que vai atestar a conservação e manutenção do mesmo. Se tudo estiver correto, o órgão vai informar o prazo máximo em que esta nova documentação ficará disponível.

    Responsabilidades e obrigações que um proprietário de veículo deve seguir

    Ao falar sobre responsabilidades e obrigações, estamos mencionando principalmente a documentação, que é o CRLV (também disponível como documento digital do veículo) e a CNH. Ambos são obrigatórios perante a lei, gerando multa leve para a ausência do primeiro e gravíssima para a habilitação.

    No segundo caso, não importa se você não possui o documento ou se apenas não está com você, o resultado é o mesmo já que é obrigatório o porte da CNH, mesmo que seja no formato digital.

    E ainda falando sobre esse assunto, vale lembrar que manter todos os impostos e taxas em dia é uma responsabilidade e obrigação também. Por isso, não deixe de manter toda a documentação regularizada pagando o IPVA, CRV, DPVAT e CRLV para evitar maiores dores de cabeça.

    Comprei meu veículo, o que pode me ajudar a evitar problemas?

    Apesar de não ser obrigatório para ninguém conforme o CTB, o seguro de carro é uma forma de proteger esse bem tão importante.

    Isso acontece já que, com ele, você consegue ter uma série de coberturas (contra roubo, furto, colisões e perda total, por exemplo) e assistências (como serviço de guincho, troca de pneu e outros problemas) que serão suficientes para que você tenha máxima proteção em todos os momentos e situações.

    O melhor de tudo é que hoje existem os chamados seguros online, onde você pode resolver tudo de forma rápida e prática pela Internet (seja em um aplicativo próprio ou site da empresa) e tem acesso a tudo o que precisa para que o seu problema seja solucionado. Ou seja, é máxima segurança e menos dores de cabeça na hora de consertar o seu carro se algo acontecer. E para saber mais sobre quem pode ter um seguro, entender melhor sobre o universo de seguro auto e conhecer mais dicas para ter o melhor cuidado com o seu carro, não deixe de conferir o Blog da Pier, onde temos mais conteúdos como esse!

  • 10 cuidados para aumentar o tempo de vida útil do celular

    10 cuidados para aumentar o tempo de vida útil do celular

    A quantidade de smartphones no Brasil tem sido maior a cada ano. Mas, à medida que cada vez mais pessoas têm celulares, o mau uso durante a rotina corrida com trabalho, estudo e outros afazeres tem sido muito comum.

    Em cenários como esse, a dúvida que surge é: como aumentar a vida útil do celular e, assim, não ter que trocar de aparelho logo por mal funcionamento ou problemas com o dispositivo?

    Se você é uma das pessoas que faz esse tipo de pergunta, hoje é o seu dia! Nesse conteúdo nós vamos abordar 10 dicas práticas que você pode aplicar facilmente e que são cruciais para que o tempo de uso do seu aparelho seja maior.

    Ficou curioso? Então confira agora mesmo com a Pier e comece a cuidar melhor do seu aparelho ainda hoje!

     

    Por que é importante cuidar do celular?

    Além de ser uma forma de evitar ter que acionar o seguro, os cuidados com o celular são uma forma de manter o aparelho em perfeito estado, ou com um bom estado de conservação por mais tempo. Quando vemos que ele é fundamental hoje em dia devido à facilidade que ele leva para todos os dias e momentos, podemos entender qual é a importância em ter um cuidado maior.

    E, já que são coisas fáceis de se fazer (que no geral só precisam de um pouco mais de atenção), não existe motivo para não cuidar bem do aparelho. Mas como se não fosse suficiente, com apenas algumas cautelas você consegue ficar mais tempo sem ter que trocar de celular. Ou seja, é menos gasto para você; existe vantagem melhor que essa?

    Como fazer isso de forma prática

    Que cuidar do seu smartphone é algo essencial você já sabe, mas para quem quer entender como fazer isso de forma fácil e prática para aplicar todos os dias, confira abaixo todas as dicas que nós trouxemos especialmente para você.

    Adiantamos que é muito fácil de fazer e vai gerar um benefício muito grande! Então veja conosco:

    1. Cuide da bateria

    “Meu celular não segura carga, o que fazer?”. Alguma vez você já falou ou ouviu essa frase?

    Infelizmente é algo comum já que, apesar de fundamental para o funcionamento, a bateria é um dos pontos que algumas pessoas nem se preocupam em cuidar, e isso é um erro gravíssimo.

    É claro que, com o passar do tempo e o uso diário, ela vai se desgastar; mas quanto mais você puder evitar que ocorra de forma acelerada, melhor. Para isso, você pode seguir algumas dicas como:

    • Usar somente o carregador original do celular;
    • Evitar carregar com a capinha – caso o aparelho esteja aquecendo excessivamente – ou deixar em cima de superfícies que armazenam calor;
    • Nunca usar o celular enquanto carrega;
    • Ativar o bloqueio automático de tela;
    • Não usar brilho da tela no máximo por muito tempo.

    Mas e o carregador turbo? Muito presentes em diversos modelos atualmente, eles somente devem ser usados caso venham de fábrica com o aparelho. Então somente aposte neles caso, quando você comprou, o modelo seja turbo. De resto, você somente vai danificar a bateria e ter dores de cabeça.

    Outras dicas aqui são: não deixe o celular descarregar por completo antes de recarregar, não tire o celular da tomada antes de ter carga completa e procure não deixar muitos aplicativos abertos ao mesmo tempo, durante o carregamento ou não.

    2. Remova arquivos e aplicativos desnecessários

    Feitos para ajudar nossas vidas em diversos pontos, os aplicativos de celular são muito comuns. No entanto, quanto mais apps você tiver instalados em seu telefone, mais cheio o armazenamento fica, consequentemente.

    Não pense que isso serve só para os programas não; documentos, fotos, vídeos e outros arquivos também são responsáveis por isso.

    O problema, porém, acontece já que isso interfere na performance do seu aparelho, reduzindo a vida útil, sem contar que se a memória interna estiver muito cheia, ele pode começar a travar, ficar super lento ou não iniciar o sistema operacional (é mais raro, mas pode acontecer!).

    A dica é fácil então. Tem algum aplicativo que não está sendo usado? Desinstale! Tem arquivos parados? Apague! Assim, o seu telefone fica mais rápido e melhor para usar.

    3. Mantenha o sistema operacional atualizado

    Todo celular precisa de um sistema operacional para funcionar, sistema esse que passa por atualizações constantes a fim de corrigir erros, bugs, melhorar o desempenho, segurança e experiência do usuário.

    A ideia é simples: verifique se tudo está em dia e mantenha o dispositivo sempre atualizado para evitar problemas. Tome cuidado com aparelhos mais velhos, que podem não funcionar corretamente ou, por vezes, nem mesmo receber a atualização.

    4. Salve arquivos na nuvem

    Complementar à dica número dois, salvar arquivos na nuvem tem se tornado cada vez mais comum entre as pessoas. Afinal, fazendo isso você pode acessar tudo de qualquer dispositivo que quiser, sem se preocupar com a memória do seu smartphone.

    Para isso, você pode usar o Google Drive, Google Fotos, iCloud, One Drive ou outras ferramentas que funcionam como um grande armazém para os seus documentos, fotos, vídeos e outros. Você libera espaço no telefone e não precisa apagar nada, quer melhor que isso?

    5. Fique atento com o ambiente que você está

    A dica do ambiente é uma questão de cuidado com as configurações internas do aparelho celular, evitando que ele fique exposto a elementos ou substâncias que podem causar danos. Então, preste atenção aos seguintes pontos:

    • Não deixe o celular exposto ao sol, ou calor no geral, pois isso causa um superaquecimento;
    • Evite colocar objetos sobre o celular, fazendo peso;
    • Não leve o celular para o banheiro, seja enquanto toma banho ou enquanto está no cômodo;
    • Tenha cuidado ao usar objetos pontiagudos na tela do celular, preferencialmente evitando esse tipo de ação.

    Somado a isso, e lembrando que existem celulares à prova d’água, tome muito cuidado ao molhar o dispositivo porque isso pode gerar oxidação ou maiores problemas internos.

    E se você mora em um lugar que acumula muito pó ou sujeira, mesmo limpando o ambiente bem e frequentemente, o mais recomendado é fazer limpezas periódicas no seu aparelho, já que isso pode ocasionar diversas falhas.

    6. Desligue de tempos em tempos

    Antes de tudo, você não precisa deixar o seu celular desligado por uma semana inteira, fique tranquilo quanto a isso. O recomendado é, em um certo período – ou diariamente, se possível -, desligar o aparelho e deixar ele assim por alguns minutos ou horas.

    Essa ação, apesar de simples, é suficiente para limpar a memória RAM e melhorar a performance já que ele não vai estar com diversos processos ao mesmo tempo. Consequentemente, não diminui a performance e aumenta a vida útil.

    Se quiser começar, uma ótima ideia é fazer durante a noite, quando você vai dormir, ligando o aparelho ao acordar.

    7. Tenha proteção contra vírus

    Ao falar sobre vida útil, não podemos deixar de mencionar a segurança virtual. E para isso, nada melhor do que um antivírus para celular. Ele é essencial para evitar a infecção por malwares que podem prejudicar o seu uso ou até mesmo roubar diversos dados (pessoais ou corporativos).

    8. Evite quedas ao máximo

    Pode parecer besteira ou algo que todo mundo faz, mas não é bem assim. As quedas podem causar diversos problemas, seja arranhões, quebras, trincas ou outros problemas que causam o vazamento de líquidos internos e prejudicam o telefone ao máximo.

    A ideia, então, é ter um suporte para celular no carro e moto para evitar que ele escorregue enquanto você dirige e usa o GPS, por exemplo; ou ter uma boa carteira porta-celular para garantir que ele não vai escorregar da sua mão e cair.

    As capinhas e as películas são ótimas aliadas também, viu? Enquanto a primeira protege todo o corpo do aparelho, evitando danos na estrutura, a segunda protege a tela (e a parte traseira se você quiser também), evitando quebras no touch screen que comprometem o bom uso do aparelho.

    9. Cuide bem do carregador do aparelho

    Guardar o cabo do carregador corretamente garante um maior tempo de uso do seu telefone por evitar danos aos fios internos que comprometem o carregamento adequado.

    O melhor a se fazer, então, é enrolar em volta da mão, prendendo com um fecho de pão ou um velcro (sem apertar demais) e guardar em um local de fácil acesso, protegido contra umidade, que não solte e não fique pressionado. Dessa forma, o carregamento nunca será comprometido.

    10. Se precisar de assistência técnica, busque serviços autorizados

    Se o seu celular caiu e quebrou, ou teve qualquer outro problema que não é possível de resolver em casa e precisa levar na assistência técnica, a melhor coisa a se fazer é procurar por serviços autorizados. Eles são certificados, ou seja, possuem o conhecimento técnico necessário para fazer o conserto adequado e resolver o problema.

    Ter um seguro de celular pode ajudar o celular a durar por mais tempo?

    Hoje em dia existem diversas opções de seguro para celular que são suficientes para oferecer proteção contra diferentes ocasiões chamadas de sinistro de seguro.

    Se algo acontecer e você tiver cobertura contra aquela situação, você não precisa se preocupar, pois a franquia de seguro vai entrar em ação, pagando pelo conserto, ou você terá um reembolso pelo seu aparelho. Vale lembrar que, para isso, é necessário ter as assistências corretas, algo que você consegue analisar na hora de cotar o seguro.

    E com a modalidade de seguro online, você nem precisa sair de casa para isso. Basta procurar na Internet e, ao encontrar uma opção que te agrada, faça uma busca pelo seu aparelho. Simples assim e você já sabe tudo sobre o serviço.

    Mas agora, depois de ler tudo sobre os cuidados para aumentar a vida útil do celular e como o seguro pode te ajudar, se você quer saber mais sobre esse assunto, confira o blog da Pier! Nele nós trazemos ótimos conteúdos que vão te ajudar a ter o melhor cuidado com o seu dispositivo diariamente.

  • Smartphones custo-benefício em 2022: onde comprar e quais são os 10 melhores modelos

    Smartphones custo-benefício em 2022: onde comprar e quais são os 10 melhores modelos

    Independentemente do uso, os aparelhos celulares têm sido um apetrecho cada vez mais comum no dia a dia. Pensando nisso, a busca por smartphones custo-benefício cresce exponencialmente, até pelo fato das marcas terem desenvolvido telefones com um baixo preço quando comparado ao que ele oferece e às configurações que ele possui.

    E se você se pergunta qual smartphone comprar, tendo um dispositivo responsivo, com boas peças internas (como processador, memória interna, memória RAM, GPU, tela, bateria e câmera) a um preço acessível, continue lendo este texto para saber a opinião da Pier sobre os 10 melhores smartphones custo-benefício para o ano de 2022.

    Quais são os 10 aparelhos que tem o melhor custo-benefício?

    Para quem busca um celular bom e barato, o mercado hoje está repleto de ótimas opções. Dando um pequeno spoiler, as três desenvolvedoras que mais se destacam, e serão abordadas neste conteúdo, são a Samsung, Xiaomi e Motorola, muito presentes entre quem busca um bom aparelho.

    Abaixo, fizemos uma lista com os 10 melhores aparelhos dessas marcas, onde explicamos as características de cada um e o preço deles em três diferentes locais para comprar. Veja conosco:

    1. Samsung Galaxy S20 FE

    Com um preço justo e batendo de frente com celulares do mais alto escalão, o Galaxy S20 FE é o smartphone com melhor custo-benefício atualmente. Feito com um processador Qualcomm Snapdragon 865, GPU Adreno 650, 6GB de memória RAM e 128GB de armazenamento interno, que pode ser expandido para 1TB com um cartão MicroSDXC, ele consegue rodar tudo o que você quiser sem dificuldade.

    Samsung Galaxy S20 FE

    Já sobre as câmeras, na traseira você encontra três opções (duas de 12 mp e uma de 8 mp, oferecendo máxima qualidade de detalhes e bom equilíbrio de cores) e uma câmera de 32 mp para selfies, que gera alta qualidade nas suas fotos.

    Um ponto que poderia ser melhor, porém, é a bateria. Com 4500mAh, ela gera uma autonomia média que gera cerca de um dia e meio sem precisar recarregar a bateria. Quanto ao preço, ele pode ser encontrado por R$1.979 na Americanas, R$2.199 na Magalu ou R$2.449 na Amazon.

     

    2. Samsung Galaxy M62

    Desenvolvido com um processador próprio da Samsung, que é o Exynos 9825, o Galaxy M62 possui 8GB de memória RAM e, assim como o modelo anterior, 128GB de armazenamento interno com a possibilidade de expandir para 1TB usando um cartão MicroSDXC. Seguindo a linha do anterior, ele roda bem qualquer aplicativo devido às configurações, e mantém boas taxas de quadros por segundo até mesmo em jogos mais pesados.

    Samsung Galaxy M62

    Feito com um design muito bonito, a tela possui 6,7 polegadas, tecnologia Super AMOLED Plus e resolução Full HD+ 1080 x 2400p, tudo para cores vivas, com equilíbrio e nitidez ímpar.

    Com quatro câmeras traseiras (uma de 65 mp, uma de 12 e duas de 5 mp), ela gera fotos com muitos detalhes e clareza. Já a frontal é de 32 mp, e tem um efeito desfoque que funciona muito bem. O principal destaque, no entanto, é a bateria de 7000mAh que cria uma autonomia de mais de dois dias sem precisar dar uma nova carga ao aparelho.

    E apesar de ótimas configurações, o que faz com que ele não seja o top 1 dessa lista é o preço, já que não é encontrado por menos de R$2.199,99 (valor da Ponto Frio), mas também é vendido a R$2.369 na Americanas e em torno de R$3.290,90 no Magalu.

     

    3. Xiaomi Poco X3 Pro

    Conhecido por ter ganhado um destaque como ótimo telefone custo-benefício, o Poco X3 Pro é uma excelente opção, principalmente, para quem ama jogos mobile. Com processador de última geração, o Snapdragon 860, 6GB de RAM e um Adreno 640 na GPU, ele tem um hardware incrível para um celular.

    Xiaomi Poco X3 Pro

    A tela de 6,67 polegadas, resolução Full HD+ de 1080 x 2400p e tecnologia LCD e a taxa de atualização de 120Hz asseguram máxima fluidez em animações e imagens belíssimas. Somado a isso, ele tem quatro câmeras traseiras (uma de 48 mp, uma de 8 e duas e 2 mp) e uma frontal de 20 mp que levam cores vivas e muitos detalhes. A bateria por sua vez é um show a parte: 5160mAh que levam autonomia além do esperado para as configurações.

    Já o preço é outro ponto que gera destaque quando comparamos a tudo o que ele oferece, já que pode ser encontrado por R$1.846,90 na Amazon, R$2.199 na Americanas ou R$2.399 na Kabum.

     

    4. Motorola Moto G30

    Para quem busca um celular que roda bem tudo, o Moto G30 é a solução. Com processador Qualcomm Snapdragon 662, 128GB de armazenamento interno e 4GB de RAM, você pode fazer tudo o que quiser sem dores de cabeça.

    Motorola Moto G30

    E, apesar das 6,5 polegadas, a tela possui um ponto negativo que é uma resolução baixa quando comparada aos outros modelos presentes nesse texto. Ela roda no máximo HD+ de 720 x 1600p e tecnologia IPS LCD. Mas para compensar, ele possui uma taxa de 90Hz de atualização.

    Para os apaixonados por foto, ele conta com quatro traseiras (sendo uma de 64 mp, uma de 8 e duas de 2 mp), funcionando muito bem principalmente em ambientes bem iluminados, e uma câmera frontal de 13 mp ótima para selfies nas redes sociais. Sobre autonomia da bateria, com o G30 você não precisa se preocupar, já que ele possui 5000mAh, suficiente para pelo menos dois dias de uso  com uma carga cheia.

    A Motorola é muito conhecida pelos baixos preços. E você pode encontrar este aparelho por R$1.429 na Kabum, R$1.529,10 na loja da Motorola ou R$1.630 no Carrefour.

     

    5. Xiaomi Redmi Note 10S

    Batendo de frente com modelos tops de linha, e mais caros consequentemente, o Redmi Note 10S tem um grande destaque. Com 6GB de memória RAM, armazenamento de 128GB e processador Helio G95 da MediaTek, ele tem a possibilidade de expansão para até 512GB no armazenamento e tem um bom desempenho com diversos aplicativos.

    Foto: Divulgação/MiBrasilE dentre modelos do mesmo preço, a tela deve ser mencionada já que você tem um ótimo display em suas mãos com 6,43 polegadas, tecnologia AMOLED e resolução Full HD+ 1080 x 2400p.

    Sobre fotos e bateria, você possui 4 câmeras traseiras (uma com 64 mp, uma com 8 e duas de 2 mp), uma câmera frontal de 13 mp e uma bateria de 5000mAh, fazendo com que você consiga usar o celular por dois dias com uma carga cheia.

    A respeito do preço, ele é encontrado por R$1.452,40 na Amazon, R$1.900 na Americanas ou R$2.172 no Ponto Frio.

     

    6. Motorola Moto G10

    Para quem não quer gastar mais do que R$1.000 em um bom celular, o Moto G10 tem a solução. Com 4GB de RAM, um Qualcomm Snapdragon 460 e 64GB de armazenamento expansível até 1TB com um cartão MicroSDXC, ele roda os aplicativos de uso diário e jogos casuais sem muito esforço. Além disso, a tela conta com tecnologia IPS LCD, resolução HD+ 720 x 1600p e 6,5 polegadas que compõem um bom display, mas com uma taxa de atualização baixa, somando apenas 60Hz.

    Motorola Moto G10

    E se você é chegado em fotos, seja de paisagens ou selfies, ele é uma boa opção. Ao todo, são quatro na traseira (48 mp + 8 mp + 2 mp + 2 mp) e uma frontal (8 mp) que dão resultados satisfatórios e bom tempo para fotografar e filmar devido aos 5000mAh da bateria. Ele pode ser encontrado por R$999 na Fast Shop, R$1.169,10 na loja oficial da Motorola ou R$1.479 na Amazon.

     

    7. Samsung Galaxy A02s

    Se você busca um bom aparelho de entrada em preço médio e boas soluções para usos básicos como redes sociais, navegar na Internet, ver vídeos e séries, o Galaxy A02s é ótimo. Ele tem 32GB de armazenamento interno e opção de expansão até 1TB com MicroSDXC, 3GB de memória RAM e um processador Qualcomm Snapdragon 450. Você não terá problemas enquanto usa!

    Samsung Galaxy A02s

    A tela, por sua vez, é de 4,5 polegadas, o menor dos que listamos aqui, com resolução HD+ 720 x 1560p, tecnologia de PLS TFT LCD e taxa de atualização de 60Hz. Simples, mas bem efetivo devido aos 5000mAh da bateria que garantem horas de uso sem pensar em ter que recarregar. Para fechar com chave de ouro, ele é encontrado por R$799 na Fast Shop, R$985,80 na Magalu ou R$999,90 na Amazon.

     

    8. Motorola Edge 20 Lite

    Considerado um ótimo aparelho de entrada na linha principal da Motorola, o Edge 20 Lite é indicado para quem quer pagar pouco por um ótimo aparelho. Feito com 6GB de RAM, memória interna de 128 GB (expansível até 1TB com MicroSDXC), processador Dimensity 800U da MediaTek e uma GPU Mali-G57 MC3, você consegue rodar jogos e aplicativos simples sem problemas.

    Motorola Edge 20 Lite

    A tela possui resolução Full HD+ 1080 x 2400p, 6,67 polegadas e uma taxa de 90Hz, garantindo cores vivas e vibrantes. Já na câmera, ele também se destaca, pois possui uma de 108 mp, uma de 8 mp e uma de 2 mp, bem como uma frontal de 32 mp, ótima configuração para quem gosta de tirar e postar fotos frequentemente.

    Com bateria de 5000mAh, você pode usar o seu telefone por horas sem se preocupar em descarregar. Quanto ao preço, ele é vendido por R$2.069,10 na loja da Motorola, R$2.519,10 no Magalu ou R$2.599 na Amazon.

     

    9. Xiaomi Redmi Note 10 Pro Max

    Conhecido principalmente devido à tela com tecnologia Super AMOLED, 6,67 polegadas com taxa de atualização de 120Hz e resolução em Full HD+ 1080 x 2400p, o Redmi Note 10 Pro Max é perfeito para quem busca um bom aparelho. Além disso, ele possui um processador Snapdragon 732, GPU Adreno 618, memória RAM de 6GB e 128GB de armazenamento interno com expansão até 512GB com MicroSDXC.

    Xiaomi Redmi Note 10 Pro Max

    As quatro câmeras traseiras (108 mp + 8 mp + 5 mp + 2 mp) somadas à frontal de 16 mp levam um toque a mais, captando belas fotos para postar quando você quiser. Somando isso tudo com 5020mAh na bateria, você tem total autonomia para os seus dias. Ficou interessado? Ele pode ser comprado por R$1.850 no Mercado Livre, R$1.999 na Americanas ou R$2.078,90 na Amazon.

     

    10. Samsung Galaxy A72

    Por último na lista, mas ainda assim uma boa opção de custo-benefício, o Galaxy A72 oferece um ótimo desempenho e segue muito bem a linha do seu antecessor, que é o A71. Com processador Snapdragon 720, GPU 618 da Adreno, 6GB de RAM e 128GB (até 1TB de expansão com MicroSDXC) de memória interna, você consegue ótimo desempenho em tudo o que quiser fazer.

    Samsung Galaxy A72

    Somado a isso, a tela de 6,7 polegadas, resolução Full HD+ em 1080 x 2400p, tecnologia Super AMOLED e 90Hz de atualização, você vê cores extremamente vivas. Para as câmeras, é um ótimo conjunto de 64 mp + 12 mp + 8 mp + 5 mp para fotos incríveis na parte traseira, e 32 mp para selfies.

    E além da bateria de 5000mAh que gera ótima autonomia, um grande diferencial dele é a certificação IP67, que garante proteção contra água e poeira. Tudo isso, porém, por R$1.999 na Fast Shop, R$2.159,10 na Americanas ou R$2.199 no Magalu.

     

    Alguns cuidados que você deve adotar após comprar o seu smartphone novo

    Após conhecer todos os celulares que nós indicamos como opção para quem quer um aparelho bom por um preço justo, vamos entrar agora no ponto de alguns cuidados que você pode seguir para manter a integridade do aparelho. Afinal, nada pior do que comprar um smartphone, mas logo ter que mandar para a assistência técnica, não é mesmo?

    A primeira coisa que devemos mencionar é que o seguro celular é uma mão na roda, já que oferece proteção contra roubos ou furtos e, dependendo da opção que você tiver, contra quedas e danos no aparelho. A ideia é cotar o seguro celular e ver se ele possui tudo o que você precisa.

    Você também pode adotar algumas precauções como investir em capinhas e películas, não deixar o celular descarregar por completo (para não comprometer a vida útil da sua bateria), deixar um bolso ou espaço na bolsa separado somente para o celular (a fim de evitar possíveis danos por chaves, por exemplo) e não deixar o celular em ambientes muito frios ou quentes, já que isso pode danificar bateria.

    E depois de conhecer os 10 melhores smartphones com preço justo e ótimas configurações internas, se você quiser saber mais sobre o universo de celulares, acompanhe o nosso blog onde trazemos diversas dicas para aumentar a segurança do seu aparelho celular!

    *O preço de cada aparelho foi consultado no Buscapé no mês de março/2022.

  • Como aumentar a segurança na Internet: 15 dicas práticas para o dia a dia

    Como aumentar a segurança na Internet: 15 dicas práticas para o dia a dia

    Muito comum na rotina das pessoas, a Internet é uma facilitadora já que, com somente alguns cliques ou toques em uma tela, você consegue acessar o que quiser e fazer diversas pesquisas.

    Seja para usar para trabalho ou para o lazer, ter segurança na Internet é fundamental por ser a melhor maneira de evitar dores de cabeça, como é o caso dos ataques, fraudes e golpes na Internet, algo cada vez mais comum em nosso país.

    E está se perguntando como aumentar a segurança nos celulares ou computadores e ter uma navegação mais tranquila e livre de problemas? Então continue lendo esse texto feito por nós da Pier e entenda tudo sobre a segurança na Internet, saiba por que este é um tema importante e conheça dicas cruciais para implementar. Boa leitura!

     

    O que é a segurança na Internet e qual a sua importância?

    De forma fácil de entender, a segurança na web é o nome dado à série de cuidados aplicados para proteger a si próprio e aos bens, como dispositivos e informações. A ideia, então, é que os dados de uma pessoa não sejam de conhecimento de alguém que não seja o próprio titular; tudo para garantir total privacidade e evitar usos indevidos.

    E quando analisamos que diariamente ocorrem diversos cenários de hackeamento, infecções por vírus, roubo de identidade, phishing, pharming e outros problemas com os mais variados objetivos, ter uma proteção contra fraudes faz toda a diferença, e é aqui que vemos a importância de aplicar estas atitudes diariamente.

    Mas diferente do que algumas pessoas pensam, isso não é feito somente por meio de aplicativos ou softwares pagos. Afinal, existem opções que são de graça e não envolvem nada além do próprio cuidado, que você saberá por meio deste conteúdo.

     

    Existe alguma lei que ofereça respaldo para maior segurança?

    Hoje existem diversos procedimentos, métodos e normas que têm como intenção gerar maior proteção ao usuário, bem como eliminar fragilidades e falhas de segurança na Internet que podem facilitar um golpe.

    Dentre elas, podemos citar a Lei Geral de Proteção de Dados, que é um marco para defender os direitos dos cidadãos brasileiros com relação à coleta, armazenamento, uso e tratamentos dos dados pessoais.

    O problema da LGPD, quando analisamos somente o cenário de segurança na Internet, é que ela apenas influencia sobre empresas. Ou seja, se uma organização sofrer um vazamento de dados dos clientes, ela será penalizada com uma multa de valor máximo de R$50 milhões.

    Consequentemente, se você sofrer algum golpe ou fraude por conta própria – no sentido de ter sido uma falha sua que possibilitou o problema -, a Lei não oferece qualquer tipo de indenização ou busca pelos infratores. Assim, se torna necessário contatar o Ministério da Justiça e Segurança para resolver toda a situação.

    Isso mostra, ainda mais, a forma como é importante aplicar todos os cuidados (mesmo que sejam, ou pareçam, básicos) enquanto navega pelos mais variados sites e aplicativos.

     

    Como aumentar a segurança do meu dispositivo eletrônico?

    Para quem se pergunta como aumentar a segurança enquanto usa o aparelho celular, um computador ou notebook, existem alguns cuidados iniciais que você pode tomar no dia a dia. O primeiro deles, e que tem sido cada vez mais comum para celulares, é ativar recursos básicos de segurança. Isso serve como uma etapa inicial de proteção que pode barrar problemas.

    Mais do que isso, é bom ter um bloqueio de tela com senha para que somente você seja capaz de utilizar o dispositivo, e é recomendado trocar a senha de tempos em tempos.

    Somado a isso, mantenha todos os seus dispositivos sempre atualizados, assim você consegue evitar falhas no sistema que podem ser suficientes para uma invasão.

    Mas lembre que estes são somente os passos iniciais para garantir máxima proteção e que existem outras dicas que podem ser aplicadas, então não se contente somente com isso.

     

    Instruções para aumentar a segurança ao navegar na Internet

    Após entender melhor o que é segurança na Internet, qual a sua importância, alguns pontos iniciais e a questão das leis, o que resta saber são as recomendações mais efetivas. Confira abaixo, então, 15 dicas de segurança na Internet cruciais para você:

     

    1. Tenha um bom antivírus

    A primeira coisa que você deve pensar para ter maior segurança de dados na Internet é contar com um bom antivírus. Este software é responsável por alertar qualquer tipo de vírus que pode invadir o dispositivo. E se for identificada alguma ação suspeita, o aplicativo envia um alerta.

    Caso chegue a baixar arquivos ou documentos de origem insegura, faça uma inspeção com o antivírus antes de abrir. Somado a isso, mantenha o aplicativo sempre atualizado para que ele esteja em constante funcionamento.

     

    2. Use senhas fortes e, preferencialmente, diferentes

    As senhas são um dos principais pontos quando falamos sobre como manter a segurança de dados pessoais na Internet. E não é para menos, afinal, ela é a forma de acesso à determinada conta (seja bancária, de e-mail, rede social ou do quê for).

    Logo, a ideia é ter senhas fortes (que não sejam óbvias, misturando números, caracteres especiais e letras em caixa alta e baixa) e não usar a mesma credencial para mais do que um serviço pelo simples fato de que, se um cibercriminoso conseguir roubar sua palavra-chave, ele poderá acessar mais do que uma conta.

    Para aumentar ainda mais a sua segurança, uma boa saída pode ser usar aplicativos gerenciadores e geradores de senha. Por meio dele, que é um aplicativo que guarda as chaves de forma segura, você tem mais tranquilidade ao entrar em um site ou conta.

    Ainda seguindo essa linha de pensamento, manter as credenciais salvas em um navegador não é uma boa escolha, pois ele pode facilmente ser invadido e, se tudo estiver salvo, possivelmente você perderá as contas.

    O melhor a se fazer é trocar os códigos frequentemente para ter mais proteção.

     

    3. Não entre em sites suspeitos ou que não oferecem proteção

    Não é novidade que entrar em sites seguros é a melhor forma de evitar possíveis problemas; mas você sabe como identificar qual página se encaixa como livre de perigo e qual não? Essa dica serve principalmente para evitar entrar em links não-oficiais e perder dados pessoais ou sensíveis.

    Mas para saber isso é bem simples: se ao entrar na página você observa um ícone de cadeado ao lado da URL (do “www.”), pode ficar tranquilo, pois a conexão é segura e é um site verídico. Caso não tenha, feche a guia o mais rápido possível e não forneça nenhuma informação!

     

    4. Bloqueie o acesso à câmera e microfone quando não estiver usando

    É muito comum que alguns softwares peçam o uso da câmera e microfone, seja um app de comunicação ou o que for. No entanto, é possível sofrer espionagem ou ser ouvido caso seja permitido o acesso a essas opções e o aplicativo for programado para agir de forma maliciosa.

    Para contornar isso, você pode limitar o uso de ambas as configurações, ou colocar uma fita adesiva na câmera do seu notebook ou algum tipo de cobertura neles a fim de reduzir a possibilidade de sofrer com um problema assim.

     

    5. Conte com um sistema de criptografia no e-mail

    Para gerar ainda mais segurança na troca de mensagens via e-mail, uma boa saída são os sistemas de criptografia. Existem diversas opções no mercado, e todas elas fazem com que você envie mensagens que chegarão completamente codificadas ao destinatário.

    Esse é um tipo de ação recomendado para empresas que passam informações confidenciais entre os funcionários, já que fica muito mais difícil de um cibercriminoso interceptar a mensagem e, mesmo caso faça, não será possível visualizar o corpo do e-mail.

     

    6. Não clique em links ou faça downloads de arquivos enviados por desconhecidos

    Partindo do mesmo princípio da navegação em sites seguros, outra forma de aumentar a proteção – e forte dica para quem se pergunta como evitar golpes na Internet – é não clicar em links ou baixar arquivos de remetentes que você não conhece.

    Essa recomendação acontece já que pessoas mal intencionadas podem usar de artimanhas como essas para direcionar até um site e roubar informações ou invadir o dispositivo.

     

    7. Evite anúncios duvidosos, seja em banner ou pop-up

    No mundo digital, existe o termo malvertising. Ele é a junção de “malicious” e “advertising”, e em tradução livre seria algo como publicidade maliciosa. O nome já diz tudo, mas ele é um anúncio que distribui vírus para a sua máquina ou faz phishing.

    A melhor forma de evitar isso é configurar o navegador (no celular ou computador) a bloquear qualquer janela por padrão e, caso não seja possível, não clicar neste tipo de conteúdo a qualquer custo para evitar maiores dores de cabeça e problemas.

     

    8. Navegue em guia anônima

    Pode parecer besteira, mas navegar de forma anônima é uma ótima maneira de evitar que um site consiga rastrear o que você está fazendo na Internet e não permitir a coleta dos seus dados.

    Esta, porém, não é uma dica só para quem quer evitar fraudes e golpes, mas também uma forma de evitar receber anúncios e ofertas de um produto logo após abrir o site de uma loja que vende aquele item.

     

    9. Não acesse conteúdos de spam

    É muito comum que surjam mensagens automáticas que vão direto para o lixo eletrônico ou até para uma pasta de spam no e-mail. O problema, no entanto, é que geralmente eles são enviados em massa e usados para espalhar vírus e malwares.

    O melhor a se fazer é não abrir o link ou anexo das mensagens, marcar como spam, analisar a possibilidade de usar um aplicativo de filtro de spam e tomar cuidado dobrado com os locais onde você divulga o seu e-mail.

    Lembre também que, com a LGPD em vigor, você pode solicitar a exclusão dos seus dados em um sistema e descadastrar o e-mail da lista caso não queira mais receber mensagens do remetente.

     

    10. Apenas instale softwares e aplicativos confiáveis

    Seja um plug-in, software ou qualquer coisa; se não for de uma fonte confiável ou se for de origem suspeita, prefira não instalar.

    Estes programas podem estar infectados e causar diversos problemas como roubar dados, contaminar o dispositivo e mais uma série de dores de cabeça. Por via das dúvidas, dê preferência para empresas que você confie e que sejam conhecidas no mercado.

     

    11. Firewall ligado, antivírus e sistema operacional atualizados

    O firewall é uma barreira entre o dispositivo e outra rede. Ele serve para interceptar tráfegos indesejados e pode ser crucial para evitar a disseminação de um vírus ou software malicioso. Por isso, deixe-o sempre ativo e atualizado a fim de não ter brecha no sistema.

    Somado a isso, tanto o antivírus como o sistema operacional (seja Windows ou iOS) devem estar em dia também pelo mesmo motivo. Quanto mais atualizados eles estiverem, mais proteção você possui.

     

    12. Tome cuidado com os seus contatos

    Não aceitar qualquer pessoa em todas as redes sociais só porque foi enviada uma solicitação de amizade é uma ótima forma de evitar problemas.

    Isso acontece já que, aceitando a pessoa (seja um perfil falso ou não), ela possui acesso a uma parte da sua vida, analisando dados privados, fotos e publicações que você faz, entre outras coisas.

    Por isso, a ideia é não ser amigável demais e ter somente quem você conhece nas suas redes sociais e em todos os sites que você entrar.

     

    13. Desconfie de promoções boas demais

    Se você encontrar uma super promoção que beira o impossível, fique atento e desconfie, pois ela pode ser falsa. Então seja um banner falando que você ganhou algo, um super desconto de um produto ou site que você nunca ouviu falar, ou coisas nesse tipo, não são confiáveis, então não clique para não ficar passível de sofrer um ataque de vírus!

     

    14. Atenção dobrada ao usar redes de Wi-Fi gratuitas

    As famosas redes Wi-Fi de graça podem ser uma mão na roda dependendo de onde você estiver, mas também podem ser a perdição de acordo com o que você fizer. Por isso, a melhor recomendação é não acessar e evitar compartilhar dados confidenciais, seja do seu trabalho ou ao entrar em um site do seu banco.

    O melhor a se fazer é usar a conexão do celular e compartilhar com os outros dispositivos ou usar a VPN (rede privada virtual) caso não tenha como rotear a conexão. Desta forma, você mascara as informações por meio de um “túnel criptografado” que faz com que nada do que você está fazendo seja público de alguma forma.

     

    15. Nunca passe dados pessoais para ninguém

    Junto das dicas que trouxemos aqui, outra ação que você pode tomar para gerar uma maior proteção de dados pessoais é não passar para ninguém, principalmente para quem você não conhece.

    Então se alguém enviar uma mensagem para você se passando por funcionário de alguma empresa, dizendo que encontrou um problema na sua conta e vai resolver, mas pra isso precisa dos seus dados, não faça o que ele está pedindo.

    A melhor forma de agir em momentos assim é não responder e entrar em contato com a empresa que ele disse fazer parte (caso você tenha algum vínculo com a instituição) para ver se está tudo certo, ou se realmente ocorreu algum problema que precisa ser solucionado.

    O ponto aqui é lembrar que, se você tem algum vínculo com a empresa, ela já possui as suas informações. Logo, ela nunca vai te pedir mais nada.

    E se você gostou das recomendações que trouxemos hoje, que tal ler mais sobre segurança e tecnologia? Para isso, acompanhe o blog da Pier e compartilhe este texto com um amigo ou amiga para espalhar conhecimento e evitar golpes na Internet!